Neste meu primeiro artigo, aproveito para agradecer ao Link to Leaders pelo convite. Tenho que começar pelo princípio, pela “minha” aventura. Com o meu percurso até hoje, com erros e sucessos, espero poder ajudar quem se queira “aventurar” também.
Investimentos
O artigo “Geração propósito: jovens inspirados ou à beira da fragilidade?” levantou uma discussão polémica, mas necessária, sobre a obsessão contemporânea (?) com a busca de sentido da vida profissional. No entanto, e para compreender mais a fundo este fenómeno, é essencial considerar as mudanças estruturais que moldaram - ou, melhor escrito, estão a moldar - os jovens de hoje.
Nos últimos anos, tem-se falado muito sobre como os jovens em Portugal que estão a entrar no mercado laboral procuram algo mais do que um simples trabalho. Eles querem um “propósito”, algo que dê significado às suas vidas. Até aqui, nada de errado. Quem não quer que a sua vida tenha significado?
Flávio Gioia, hoje uma modesta estátua plantada junto ao mar na cinematográfica cidadezinha de Amalfi, terá merecido esta homenagem por agarrar na bússola dos chineses e ajustá-la à navegação na tortuosa costa amalfitana. Não há grandes registos de ter contribuído para uma revolução planetária – mas na sua terra Flávio é o maior.
Eça de Queiroz, nome maior da literatura portuguesa, acaba de ser transladado para o Panteão Nacional. De indiscutível talento, trouxe-nos romances que ficarão, para sempre, no que de melhor se escreveu em Portugal até hoje.
No ano passado, o 1520 Innovation Fund, dos CTT, investiu na jovem start-up NeuralShift. Agora, Nuno Matos, diretor de Digital, Novos Canais e Inovação nos CTT, e Miguel Freire, cofundador e CEO da NeuralShift, explicam o que os move e as metas que querem alcançar.
Quando era miúdo tive a sorte de passar muito tempo com o meu avô Jacinto P. Ataíde, nascido na pequena Gafanha da Nazaré, perto de Aveiro, em 1903, que emigrou para a Califórnia ainda jovem.
Entrevista/ “O desafio está em criar as condições certas para que start-ups locais consigam escalar globalmente”
"Procuramos empresas de serviços tecnológicos, especialmente aquelas que tiram partido de tecnologias como low-code e inteligência artificial para acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras", explicou João Prior, partner da Growset, que quer ser mais do que uma empresa investidora.
Numa conversa informal e de troca de experiências, Miguel Vodrazka de Miranda, fundador e partner da Touro Capital Partners, e Guilherme Coelho, cofundador e CEO da Maven Pet, falam da relação investidor/participada que une as duas empresas.
Este artigo de opinião, examina o ecossistema em expansão das start-ups em Portugal, destacando as vantagens da artificial intelligence (AI) na promoção da inovação e no fomento de novos modelos de negócios.
Desde 2014 que integro o Board da EBAN - European Business Angel Network, actualmente em representação da Invicta Angels - Associação de Investidores Early-stage do Norte de Portugal, tendo este ano sido reeleito para um novo mandato, agora como vice-presidente.
Para as start-ups de tecnologia, o crescimento não é apenas uma opção — é uma necessidade. Escalar, especialmente a nível internacional, pode parecer um desafio esmagador.











