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Empresas e Start-Ups

Foto: José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education

Liderar sem saber IA é hoje uma forma de incompetência

O 2026 Global Leadership Study, da Harvard Business Impact, tem um mérito: tira a liderança do território confortável das boas intenções e coloca-a no território dos números. Foram ouvidos 1.139 líderes seniores, em mais de 15 países; 49% trabalham em organizações com receitas superiores a 10 mil milhões de dólares e 46% em empresas com mais de 20 mil colaboradores. Não estamos a falar de teoria. Estamos a falar de terreno.
Foto: Marcos Madeira, diretor da Rede de Estações de Serviço e Distribuidores da Repsol

No Radar: as prioridades do diretor da Rede de Estações de Serviço e Distribuidores da Repsol até ao final do ano

Experiência do cliente, transformação das lojas e maior integração entre o físico e o digital estão entre as prioridades de Marcos Madeira para a reta final de 2026. Com a transformação de cerca de 30 lojas da rede prevista até dezembro, o responsável destaca a agilidade e a capacidade de antecipar as novas exigências dos consumidores como fatores decisivos para preparar o futuro.

Foto: David Pereira de Castro, sócio-fundador da consultora Phibon

Uma estratégia económica para Portugal num mundo novo

Portugal não tem falta de medidas, mas sim falta de uma ideia do que quer ser. As várias iniciativas que têm vindo a ser lançadas, incluindo diversos programas de capitalização, incentivos à inovação, apoios à internacionalização e sucessivos quadros comunitários, são defensáveis, uma a uma, mas respondem a diagnósticos diferentes e raramente se somam. Uma economia pode ter muitos instrumentos, mas nenhuma estratégia.
Foto: Vasco Moreira

Na incerteza, a previsibilidade tornou-se uma vantagem competitiva

Portugal atravessa um período de subida acentuada e volátil do preço dos combustíveis. Há manifestações públicas contra o custo dos combustíveis, o Governo prolongou medidas de apoio a famílias e empresas, e a Agência Internacional de Energia associa o momento a um aperto na oferta global de petróleo, com o Banco Mundial a apontar risco de pressão inflacionária.
Foto: Rosário Pinto Correia

Estará a Verdade perdida de vez?

Será que a verdade, que considero um dos pilares fundamentais para a construção de uma sociedade saudável, está a perder o seu lugar? Vejamos alguns exemplos, apenas uns dos tantos com que nos confrontamos dia a dia...

Foto: Núria Viana, CEO da Quantics e cofundadora da Kaya

Entrevista/ “Quando uma empresa tenta ser tudo para todos, tende a tornar-se irrelevante para quase todos”

"Muitas empresas chegam até nós porque querem vender mais, aumentar a conversão ou melhorar a performance das equipas. No entanto, quando começamos a trabalhar, percebemos que o verdadeiro problema está antes disso: falta de clareza estratégica, lideranças pouco alinhadas, propostas de valor indiferenciadas, processos inconsistentes ou equipas que executam sem compreender verdadeiramente o objetivo", afirma Núria Viana, CEO da Quantics e cofundadora da Kaya.
Foto: Tiago Pestana, analista de Crédito no CréditoPessoal.pt

Crédito rápido: a urgência não deve substituir uma decisão informada

Há decisões financeiras que são tomadas com tempo, ponderação e comparação. A compra de casa está entre os melhores exemplos disso mesmo. Outras surgem num contexto de urgência, quando aparece uma despesa inesperada ou o orçamento deixa de comportar todos os encargos. O recurso ao crédito pessoal insere-se, muitas vezes, neste segundo cenário.
Foto: Sílvia Mota, CEO da MEXT: Mota-Engil Next e Chairwoman da EMERGE

No Radar: as prioridades da CEO da MEXT: Mota-Engil Next até ao final do ano

Execução, foco e capacidade de decidir sem esperar por todas as respostas. É assim que Sílvia Mota, CEO da MEXT: Mota-Engil Next e Chairwoman da EMERGE, encara a reta final de 2026. Com a resiliência das infraestruturas cada vez mais no radar, a líder quer fechar o ano a transformar boas ideias em soluções concretas e com impacto.

Foto: Teresa Damásio, administradora do Grupo Ensinus

A Educação e a República: um compromisso com o futuro

A implantação da República trouxe consigo uma determinada conceptualização de sociedade, diferente daquela que Portugal conhecera até então. E esta talvez tenha sido uma das suas maiores transformações. Sustentado numa corrente positivista e eclética, o Projeto Educativo à época, em Portugal, assentava na ciência, no progresso da humanidade e na convicção de que a Educação poderia constituir um verdadeiro instrumento de regeneração social.