Enquanto escrevo, o mundo tem os olhos postos no Mundial das Américas. Em 2030, esse palco será nosso. E a pergunta já se instalou nas conversas de negócios e nos gabinetes públicos: quanto vale um Mundial para Portugal?
Empresas e Start-Ups
Estamos constantemente a falar sobre a importância de decidir. Enquanto líderes, queremos decidir rápido, com a melhor informação e, se tivermos uma faísca de sorte, com coragem. Mas, na verdade, a maioria dos desafios de liderança não surge no momento da decisão.
Durante muito tempo, a delegação foi vista como um sinal de fragilidade na liderança. Como se um líder que não toma todas as decisões estivesse a abdicar da sua responsabilidade. Essa visão é compreensível, mas está errada. E, francamente, limita o crescimento das organizações.
Esta semana li uma entrevista ao professor Luís Catela Nunes, da Nova School of Business and Economics, no Jornal de Negócios, e há uma frase que não me sai da cabeça: escolher um curso é apenas o primeiro passo a dar.
Entrevista/ “É essencial alinhar as políticas de formação com as necessidades concretas do mercado de trabalho”
"As organizações que estão verdadeiramente preparadas para responder às rápidas mudanças das exigências do mercado são aquelas que estão a integrar a aprendizagem nos seus processos de transformação empresarial", afirma JPS Kohli, Group CEO da SkillUP, plataforma de aprendizagem digital que chegou a Portugal em 2025.
O custo mais elevado e silencioso nas novas empresas nem sempre está na tecnologia, mas na fuga de talento. Estudos de referência, como os da Gallup e da SHRM (Society for Human Resource Management), estimam que substituir um colaborador qualificado pode custar entre 1,5 a 2 vezes o seu salário anual.
Há uma frase que ouço com frequência crescente vinda da boca de CEOs, administradores e líderes de unidades de negócio: "Quero resultados agora."
“O mais importante da mudança é sabermos o que não devemos mudar”, dizia sempre o saudoso Prof. Luis Calleja. Parece-me uma coisa muito estranha, mas atualmente tudo é possível.
O Estado Social constitui uma das marcas identitárias mais relevantes da União Europeia. A promoção da coesão social, da igualdade de oportunidades, do desenvolvimento sustentável e da valorização do capital humano são princípios estruturantes do projeto europeu e exigem respostas concretas por parte dos sistemas educativos.
Entrevista/ Bloop quer democratizar o social shopping e levar recomendações de compra além dos influenciadores
"O social shopping tem vindo a afirmar-se como a próxima tendência do e-commerce, mas os modelos atuais existentes estão orientados para influenciadores com grandes audiências. A Bloop distingue-se por democratizar este conceito", explica Francisco Rodrigues, fundador e CEO.
Os incentivos públicos têm assumido um papel cada vez mais relevante na concretização de investimentos empresariais em Portugal.
Quando o antropólogo norte-americano, James Cascio, introduziu, por volta de 2018, o acrónimo BANI (em português Frágil, Ansioso, Não-Linear e Incompreensível), como uma forma de descrever um mundo que se tornou caótico e difícil de compreender, talvez não imaginasse até que ponto a sua intuição se iria tornar num retrato tão expressivo e expandido da realidade que vivemos em 2026.












