No meu trabalho com jovens sou diariamente confrontada com algumas questões e realidades que nem sempre são fáceis de endereçar.
Empresas e Start-Ups
No Dia da Mulher não ofereçam prendas ou deem os parabéns às mulheres pela data. E se oferecerem ou receberem flores, por cada uma delas, recordem as lutas que muitas travaram para verem direitos básicos reconhecidos em vários países do mundo.
"Com 20 e tal anos eu tive que virar a empresária criadora, a industrial e tudo mais. Tive de ser tudo porque eu nunca tive ajuda nesse sentido. Sempre fui sozinha a gerir tudo, ou seja, sempre fui a diretora criativa, a diretora financeira, a diretora comercial, a CEO, a presidente…". A afirmação é de Fátima Lopes, criadora de moda de renome internacional, que no Dia da Mulher, data em que também celebra mais um aniversário, passa em revista os períodos marcantes dos seus 30 anos de carreira, deixando alguns conselhos para quem quer começar no setor da moda.
São mulheres, profissionais e líderes em vários setores de atividade, que inspiram outras a progredir na carreira e a acreditarem nas suas capacidades. Conheça as 12 mulheres que foram nomeadas, este ano, para cargos de direção em empresas portuguesas.
Departamentos de comunicação e marketing, entre outros, da Urban Sports Club são liderados por mulheres que se orgulham de vestir a camisola todos os dias. E se algumas quando entraram para a empresa não eram praticantes de desporto, hoje falam de uma realidade diferente. Fomos conhecer as suas histórias.
Assumiu há cerca de dois anos a função de country manager da Yescapa Portugal, start-up da qual fazia parte desde julho de 2019 como Operations Officer. Em entrevista ao Link To Leaders, a responsável fala do autocaravanismo em Portugal e do seu maior desafio: "ter arriscado ir para a Malásia sozinha".
Três histórias de vida, três percursos, três culturas e uma mesma empresa. Falámos com Femke Buijs, engenheira de software, Kristina Stojcik, engenheira de software e produto, e Raquel Rosa, gestora de produto da fintech Mollie, sobre como se adaptaram ao setor tecnológico ainda dominado por homens.
Vivemos tempos estranhos. Quando finalmente julgávamos ter ultrapassado uma pandemia que roubou a vida a milhares de portugueses e afetou profundamente a economia, eis que nos vemos perante um cenário de grande instabilidade político-militar na Europa.
Mediar o conflito é uma ação de liderança pungente. O fim da guerra e a paz aos ucranianos, todos, que foram violentados nas suas vidas quotidianas é um imperativo global. A República Popular da Ucrânia é um estado soberano desde 1918.
Já assistiu à perfeição de uma atuação da Orquestra Metropolitana de Lisboa? Ou do Cirque de Soleil? Ou de uma peça de Teatro com o Ruy de Carvalho? O que é que todos estes espetáculos têm em comum? Como é que alcançaram esses níveis de perfeição, que nos fazem sair dos espetáculos com uma sensação de ‘Uau’ e quase chorar de emoção com a beleza do que assistimos?!
"A haddock é um projeto “filho” da pandemia, que nasceu em Espanha para dar resposta à crise económica que se fez sentir no setor da restauração". É desta forma que Arnau Navarro explica a origem desta start-up que criou em 2020 com os também empreendedores Pol Rosell e Carlos Marchal. Agora está a instalar-se no mercado português para facilitar a vida à restauração nacional, afirma o seu CEO Arnau Navarro em entrevista ao Link To Leaders.
Enquanto investidor-anjo e mentor de empreendedores e start-ups, passo bastante tempo a conversar com empreendedores e fundadores de start-ups que procuram escalar e desenvolver os seus projetos.












