Há equipas que ganham jogos. Há equipas que ganham respeito. Cabo Verde não ganhou e, no entanto, apurou-se na fase de grupos. E conseguiu muito mais que respeito: saiu do mundial 2026 como o exemplo de liderança.
Empresas e Start-Ups
"Muitas pessoas chegam à e-loan porque precisam de uma nova solução de financiamento e pensam contratar mais um crédito pessoal. No entanto, quando já existem vários créditos ativos, acrescentar mais uma prestação pode aumentar a pressão no orçamento familiar", afirma Pedro Leite, CEO da e-loan.
A escassez de talento é uma realidade transversal a vários setores de atividade em Portugal. Para além da tecnologia, também a indústria, a energia, a construção e o setor automóvel sentem dificuldades crescentes na contratação de profissionais técnicos especializados.
Entre o Douro, o Algarve, as caminhadas junto ao mar e a paixão por viagens de mota, José António Reis partilha como desliga, recarrega energias e olha para os desafios que marcarão a segunda metade do ano.
Enquanto escrevo, o mundo tem os olhos postos no Mundial das Américas. Em 2030, esse palco será nosso. E a pergunta já se instalou nas conversas de negócios e nos gabinetes públicos: quanto vale um Mundial para Portugal?
Estamos constantemente a falar sobre a importância de decidir. Enquanto líderes, queremos decidir rápido, com a melhor informação e, se tivermos uma faísca de sorte, com coragem. Mas, na verdade, a maioria dos desafios de liderança não surge no momento da decisão.
Durante muito tempo, a delegação foi vista como um sinal de fragilidade na liderança. Como se um líder que não toma todas as decisões estivesse a abdicar da sua responsabilidade. Essa visão é compreensível, mas está errada. E, francamente, limita o crescimento das organizações.
Esta semana li uma entrevista ao professor Luís Catela Nunes, da Nova School of Business and Economics, no Jornal de Negócios, e há uma frase que não me sai da cabeça: escolher um curso é apenas o primeiro passo a dar.
Entrevista/ “É essencial alinhar as políticas de formação com as necessidades concretas do mercado de trabalho”
"As organizações que estão verdadeiramente preparadas para responder às rápidas mudanças das exigências do mercado são aquelas que estão a integrar a aprendizagem nos seus processos de transformação empresarial", afirma JPS Kohli, Group CEO da SkillUP, plataforma de aprendizagem digital que chegou a Portugal em 2025.
O custo mais elevado e silencioso nas novas empresas nem sempre está na tecnologia, mas na fuga de talento. Estudos de referência, como os da Gallup e da SHRM (Society for Human Resource Management), estimam que substituir um colaborador qualificado pode custar entre 1,5 a 2 vezes o seu salário anual.
Há uma frase que ouço com frequência crescente vinda da boca de CEOs, administradores e líderes de unidades de negócio: "Quero resultados agora."
“O mais importante da mudança é sabermos o que não devemos mudar”, dizia sempre o saudoso Prof. Luis Calleja. Parece-me uma coisa muito estranha, mas atualmente tudo é possível.












