Com o mercado imobiliário em alta a pressionar a agudização da crise habitacional que não tem ainda fim à vista, parece-me a mim que a história do investimento imobiliário oportunista tem espaço para se estar a repetir.
Empresas e Start-Ups
Vivemos num contexto altamente desafiante, em que a aversão à mudança se confronta com a necessária adaptação tecnológica exigida pelo mercado. É preciso dar resposta a esta nova realidade, sobretudo em dois eixos-chave.
Para grande espanto meu anunciava-se, há algum tempo, a plantação de 19.000 hectares de terreno desértico e árido, no Estado de Gujarati, no deserto de Rann de Kuth, com árvores de palma de tâmara.
"Apesar de existirem iniciativas relevantes e projetos inovadores na área da Educação, a articulação entre setor público, escolas, start-ups e empresas tecnológicas continua, muitas vezes, fragmentada, pontual ou pouco estruturada", afirma Maria João Arruda, gestora da Futurália e do TECH_EDU, defendendo que "este diálogo é indispensável".
O Fórum Económico Mundial de 2026 deixou um veredicto claro: não estamos apenas a viver uma evolução tecnológica, mas a maior transformação da força de trabalho de que há memória.
O ecossistema brasileiro de start-ups iniciou 2026 num patamar de maturidade inédito. O "inverno de financiamentos" forjou empresas mais enxutas e investidores mais exigentes.
Que estranha forma de vida, levamos hoje-em-dia. Vivemos num mundo global, dizem-nos. De facto, cada vez mais entristecemo-nos com quem está triste, assumimos em nós as guerras dos outros e até nos aceitamos, muitas vezes, como tendo responsabilidade pela desgraça dos outros. Tudo afeta todos e todos afetam tudo.
A Coverflex decidiu este ano tornar gratuito o cartão refeição digital em Portugal, eliminando subscrições, comissões e taxas associadas. Conversámos com Inês Odila, Country Manager da Coverflex Portugal, para perceber a base desta decisão, o impacto económico e o papel estratégico do subsídio de alimentação nas políticas de compensação atuais.
Portugal tem vivido, de forma quase contínua, sob o impacto de cheias e ventos fortes associados à passagem sucessiva de frentes de baixas pressões com nomes sofisticados: Francis, Goretti, Harry, Ingrid, Joseph, Kristin, Leonardo e Marta.
Há uma razão cultural para a execução ser subvalorizada: ela é anti-heroica. Não tem o brilho da visão. Tem a monotonia do progresso.
"Os investidores já não olham apenas para a aquisição de utilizadores; escrutinam rentabilidade, sustentabilidade e transparência", explica Ricardo Luz, vice-presidente da EBAN - European Business Angel Network.
Habituamo-nos a muita coisa. O ser humano é extraordinário nesse talento silencioso: normaliza o que dói, racionaliza o que humilha e chama “feitio” ao que é abuso. No trabalho, em particular, esta capacidade de adaptação transforma-se muitas vezes numa armadilha elegante, uma jaula com boas maneiras.












