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Empresas e Start-Ups

Vamos falar de cedências de posição contratual

Com o mercado imobiliário em alta a pressionar a agudização da crise habitacional que não tem ainda fim à vista, parece-me a mim que a história do investimento imobiliário oportunista tem espaço para se estar a repetir.

Preparar Portugal para os desafios do mercado global

Vivemos num contexto altamente desafiante, em que a aversão à mudança se confronta com a necessária adaptação tecnológica exigida pelo mercado. É preciso dar resposta a esta nova realidade, sobretudo em dois eixos-chave.

Entrevista/ “A tecnologia não veio substituir o ensino; veio potenciá-lo”

"Apesar de existirem iniciativas relevantes e projetos inovadores na área da Educação, a articulação entre setor público, escolas, start-ups e empresas tecnológicas continua, muitas vezes, fragmentada, pontual ou pouco estruturada", afirma Maria João Arruda, gestora da Futurália e do TECH_EDU, defendendo que "este diálogo é indispensável".

Eu não te acompanho mais

Que estranha forma de vida, levamos hoje-em-dia. Vivemos num mundo global, dizem-nos. De facto, cada vez mais entristecemo-nos com quem está triste, assumimos em nós as guerras dos outros e até nos aceitamos, muitas vezes, como tendo responsabilidade pela desgraça dos outros. Tudo afeta todos e todos afetam tudo.

Entrevista/ “Os benefícios têm um papel importante na atração e retenção de talento”

A Coverflex decidiu este ano tornar gratuito o cartão refeição digital em Portugal, eliminando subscrições, comissões e taxas associadas. Conversámos com Inês Odila, Country Manager da Coverflex Portugal, para perceber a base desta decisão, o impacto económico e o papel estratégico do subsídio de alimentação nas políticas de compensação atuais.

O teste da segunda-feira

Há uma razão cultural para a execução ser subvalorizada: ela é anti-heroica. Não tem o brilho da visão. Tem a monotonia do progresso.

Aquilo a que nos habituámos, e que não temos de aceitar

Habituamo-nos a muita coisa. O ser humano é extraordinário nesse talento silencioso: normaliza o que dói, racionaliza o que humilha e chama “feitio” ao que é abuso. No trabalho, em particular, esta capacidade de adaptação transforma-se muitas vezes numa armadilha elegante, uma jaula com boas maneiras.