Vivemos num tempo em que tudo parece precisar de explicação imediata. Porque mudaste. Porque saíste. Porque recomeçaste. Porque deixaste uma carreira sólida, uma relação, uma cidade, uma identidade profissional ou uma versão antiga de ti mesma.
Empresas e Start-Ups
Entre dias sem agenda junto ao mar, viagens para descobrir novos lugares e leituras sobre ciência e inteligência artificial, Luís Pinho, Country Director da Helexia Portugal, partilha como procura desacelerar, recarregar energias e ganhar perspetiva para os desafios que se seguem, num setor marcado pela resiliência e pela transição energética.
Uma das áreas onde houve grande mudança no protocolo empresarial nos últimos anos foi no código de vestuário em Portugal. As regras tornaram-se mais flexíveis e a gravata para os homens passou a ser uma exceção na maioria das empresas.
Entre os dias em família no Algarve, os livros, a praia e as aulas de pilates, Rita Mendes Coelho partilha como encontra tempo para desligar, manter o equilíbrio e refletir sobre o futuro dos pagamentos, marcado pelo impacto transformador da inteligência artificial.
Passo grande parte do meu tempo a falar sobre Inteligência Artificial — com clientes, com as minhas equipas, em palcos. E há uma pergunta que aparece quase sempre, dita de várias maneiras diferentes: por onde é que se começa? Qual é o caminho certo?
Durante muitos anos, olhámos para a produtividade como um resultado direto de processos, ferramentas ou metodologias de gestão - e com razão. Mas existe um fator que continua a ser frequentemente subestimado: o espaço onde as pessoas trabalham.
Porque regulação e política pública são instrumentos económicos, quer se admita ou não. Retomando a lógica desta série, depois de percorridas a centralidade das grandes empresas, a fragilidade do mercado de capitais e a arquitetura do poder económico, chega a hora de tratar o interlocutor mais mal compreendido do debate económico português, o Estado.
"O salário continua a ser importante, naturalmente. Mas os colaboradores olham cada vez mais para a experiência completa que uma empresa oferece. Querem benefícios que apoiem o seu dia a dia, as suas famílias, o seu bem-estar e o seu futuro", sublinha Mert Cetin, Cluster Director de Portugal, Tunísia e Marrocos da Pluxee, em entrevista ao Link to Leaders.
“Adapta-te ou morres.” Parece duro, não é? Mas é a mais pura verdade. Vivemos num mundo em que tudo muda, o mercado, a tecnologia, os consumidores, até a forma como nos comunicamos. O que era relevante ontem, hoje já soa ultrapassado e o que hoje é inovação, amanhã pode ser apenas rotina.
Sou Português. E Europeu. Há muito que me sinto bem com esta dupla identidade. Sei bem que não estou no confortável grupo da maioria - sim, os nacionalismos ainda prevalecem sobre o europeísmo. Acredito que será uma questão de tempo – i.e. as condições certas com os líderes certos. Mas assumo, já neste primeiro parágrafo, ao que venho.
Entre caminhadas junto ao mar, tempo em família, exercício físico e leituras sobre IA, André Ribeiro Pires, COO e membro do Executive Board do Clan, partilha como procura abrandar, ganhar perspetiva e preparar os desafios da segunda metade do ano.
Portugal tem, actualmente, mais de um milhão e meio de empresas activas. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, existiam em 2024 exactamente 1.593.415 empresas em actividade no país, das quais 246.589 nasceram nesse mesmo ano.












