O mundo mudou bastante nas últimas décadas para que tenhamos, em determinadas áreas, uma visão fundamentalista e avessa a qualquer mudança. Se queremos agir sobre uma realidade, devemos começar por compreender essa mesma realidade sem preconceitos ou mistificações. A Educação é um desses temas.
Empresas e Start-Ups
Se é verdade que a ideia de “ter um emprego à vida” vai entrando cada vez mais em desuso nas dinâmicas do mercado de trabalho, também é verdade que, em certos discursos e práticas de recrutamento que por aí vamos tendo, se vai insinuando uma certa visão um pouco extremista e redutora da posição contrária: ou seja, a de que em vez de “ter um emprego à vida”, o que é bom é “ter muitos empregos numa vida”.
Se é verdade que a ideia de “ter um emprego à vida” vai entrando cada vez mais em desuso nas dinâmicas do mercado de trabalho, também é verdade que, em certos discursos e práticas de recrutamento que por aí vamos tendo, se vai insinuando uma certa visão um pouco extremista e redutora da posição contrária: ou seja, a de que em vez de “ter um emprego à vida”, o que é bom é “ter muitos empregos numa vida”.
"As empresas começam a estar mais conscientes de que, caso não invistam na modernização, não irão sobreviver neste mundo cada vez mais competitivo e tecnológico", afirma Miguel Cabrita, CFO da Século das Luzes, em entrevista ao Link To Leaders. O cofundador da consultora especializada em data strategy lembra a cada vez maior importância dos dados no desenvolvimento empresarial.
No século XIX, aquando das invasões napoleónicas, o sistema defensivo implementado a Norte de Lisboa, com as tropas comandadas pelo Duque Wellington preconizava linhas defensivas (as linhas de Torres), sistema que conseguiu impedir a invasão francesa e garantir a independência do Reino de Portugal.
No século XIX, aquando das invasões napoleónicas, o sistema defensivo implementado a Norte de Lisboa, com as tropas comandadas pelo Duque Wellington preconizava linhas defensivas (as linhas de Torres), sistema que conseguiu impedir a invasão francesa e garantir a independência do Reino de Portugal.
Entrevista/ “Já envolvemos hospitais e médicos na utilização dos nossos produtos celulares em contexto experimental”
"O apoio aos futuros pais na fase mais importante das suas vidas que é a gravidez e a chegada de um bebé continuará a ser o principal foco da Crioestaminal, com a promoção de diversas iniciativas que pretendem acompanhar e guiar as famílias portuguesas neste momento especial", afirmou Mónica Brito, CEO da empresa sediada em Cantanhede, que assinala este ano 19 anos e que não descarta "o desenvolvimento da área de novas terapias celulares".
Há dois meses escrevia que a grande demissão tinha sido produto da pandemia mas tinha sido potenciada por três fatores, entre os quais o fator económico, na medida em que, em fases de crescimento económico, a tendência dos trabalhadores, em mercados flexíveis como nos EUA, é demitirem-se para poderem procurar novos empregos com salários mais elevados.
Entrevista/ “Aproveitamos o melhor do digital para acelerar as empresas em todos os domínios do seu negócio”
Começou numa garagem, completamente do zero, em 2017. Hoje tem uma equipa de 125 profissionais que trabalham para mais de 200 marcas. Este é o perfil da Wise Pirates, uma empresa de marketing digital liderada por Pedro Barbosa. Em entrevista ao Link To Leaders, o CEO falou da estratégia da empresa para o mercado nacional e internacional e como o marketing digital pode acelerar os negócios.
Acautelado que está o título, desbravemos então o conceito: num mundo onde todos procuramos esse reconhecimento, porque devemos ter cuidado nas empresas em demonstrá-lo? Ou melhor, porque devemos ter cuidado em demonstrá-lo sob a forma de convites para desafios que achamos que são indicados para o outro.
Acautelado que está o título, desbravemos então o conceito: num mundo onde todos procuramos esse reconhecimento, porque devemos ter cuidado nas empresas em demonstrá-lo? Ou melhor, porque devemos ter cuidado em demonstrá-lo sob a forma de convites para desafios que achamos que são indicados para o outro.
É hábito neste país ter opinião sem a preocupação de a fundamentar com conhecimento. É hábito neste país crucificar em praça pública com base em coisas que se dizem ou aparecem escritas. É hábito neste país falar tendo como princípio de conversa “se o que vi / li / ouvi está certo...” sem antes verificar se está ou não.









