Já assistiu à perfeição de uma atuação da Orquestra Metropolitana de Lisboa? Ou do Cirque de Soleil? Ou de uma peça de Teatro com o Ruy de Carvalho? O que é que todos estes espetáculos têm em comum? Como é que alcançaram esses níveis de perfeição, que nos fazem sair dos espetáculos com uma sensação de ‘Uau’ e quase chorar de emoção com a beleza do que assistimos?!
“Faturámos menos, porque o sistema não emitiu bem a fatura!”, “Não terminámos o projeto ainda, porque o sistema esteve em baixo!”, “Queria fazer a compra, mas a aplicação estava indisponível!”, “Vai ter de esperar, que o sistema hoje está lento”…
Durante a pandemia ouvimos várias vezes a referência “ao novo normal"! Novos hábitos de interação e de gestão foram adotados pelas empresas, baseadas em plataformas tecnológicas, para manterem as suas operações ativas.
Mudar, mudar, mudar! Digital, digital, digital! Todos os dias se ouvem estas palavras dentro e fora da nossa empresa. E todos os dias muitos se perguntam: Mudar para onde e para quê? Digital já faço, o que é que tenho de fazer mais? Mudar para digital, mas o quê e como?
Por vezes debato-me com empresas paradas na encruzilhada de como fazer Transformação Digital. Outras nem sabem bem o que isso é?! Outras continuam a achar ainda que é a mesma coisa que digitalização.
Recentemente, ouvi duas frases ditas por líderes empresariais e uma terceira referida por um comentador económico, sobre a transformação e estratégia digital, que confirma algumas menos boas perspetivas quanto à capacidade do tecido empresarial português criar as condições adequadas para ser competitivo no futuro próximo.
Esta é uma história baseada em factos verídicos, mas que se passa debaixo do mar: o Mar Domina Mercado. Este era um mar onde toda a fauna marinha consumia produtos e serviços, o chamado plancton, de acordo com o que os tubarões definiam.
Nos meus quase 23 anos de experiência na implementação de projetos nas áreas de Sistemas de Informação e áreas digitais, aprendi há muito tempo que raramente se falha por problemas tecnológicos, mas quase sempre por problemas na Gestão do Projeto.
2020 será um ano certamente marcante para todas as gerações e para todo o mercado mundial. Aparentemente (e felizmente) avizinha-se o controlo da pandemia no próximo ano. O fim desta agonia estará perto de ser alcançada.
Há dias, saiu a atualização do Ranking da Competitividade Digital, realizado pelo World Competitiveness Center, da reconhecida escola de gestão suíça IMD, tendo tido destaque também aqui na Link To Leaders.
Se olharmos para a grande maioria dos setores empresariais, verificamos que a competitividade é extrema e que a grande maioria dos mercados está saturado, ou seja, há cada vez menos lugar para mais concorrentes em mercados existentes e estabelecidos. Basta analisar por exemplo alguns mercados de consumo na maioria dos países: telecomunicações, serviços financeiros ou retalho.
“Boicote de publicidade ao Facebook!”.“Tudo para sempre em teletrabalho!”.“Fecho de todas as lojas físicas. Agora só ‘vendemos’ online!”. Estas têm sido algumas das mais recentes tendências que temos vindo a assistir, a ouvir e, por vezes, a sentir.
