Alimentada por viajantes, a plataforma mostra as especialidades encontradas em cada região, com descrição e até dicas de onde experimentá-las. Uma sugestão para quem está de malas feitas e quer aventurar-se num mundo de sabores.
Embora o conceito de uma economia sem atrito possa parecer ideal demais para alguns, os sinais de mudança já estão visíveis nos dias que correm, tendo em conta a propensão das tecnologias emergentes de reduzir os atritos e criar novos mercados.
No ano passado, o investimento em start-ups, no Brasil, foi de 1,5 bilhão (1,4 mil milhões de euros), um crescimento significativo em comparação com os 750 mil dólares (677 mil euros) investidos em 2017, segundo um estudo da Fisher que cita dados da KPMG Venture Pulse.
A Bright Pixel e Armilar Venture Partners investiram na Automaise. A ronda de investimento da start-up foi de meio milhão de euros.
A start-up espanhola do setor imobiliário anunciou a sua entrada no mercado português. Vai atuar nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e assume a designação de Housefy.
Itália, Croácia e Brasil. Estas são as nacionalidades das três start-ups vencedoras da 5.ª edição do Discoveries, uma iniciativa da Fábrica de Startups e do Turismo de Portugal.
As cidades universitárias podem vir a tornar-se importantes polos de empreendedorismo para as gerações millennial. Nos Estados Unidos esta tendência começa a ser uma realidade.
O programa de estágios Talkdesk vai abrir as portas a recém-licenciados e mestres nas áreas da engenharia informática. As candidaturas estão em curso.
A plataforma inglesa de digital banking prepara-se para abrir um centro de tecnologia em Berlim. Mais um passo na expansão europeia deste projeto criado em 2015.
Em 2017 quando fui convidado para ser mentor em Moçambique num evento, o Seedstars Summit, direcionado às start-ups africanas ia muito curioso, apesar de já ter boas referências com o excelente trabalho do Fred (e do seu sócio Tiago com a UX ou do Biscate – esta última uma versão local da Zaask), mas fiquei verdadeiramente impressionado com empreendedores como o Titos (IZYSHOP), por exemplo.
Um festival de artes que recorre ao crowdfunding para trazer artistas do Brasil e uma marca de equipamentos fotográficos que optou por testar o mercado com esta modalidade de financiamento, foram os casos escolhidos este mês.
Existem hoje 360 unicórnios que, no total, valem 1,1 trilhão de dólares (1 bilião de euros) e que receberam 273 bilhões de dólares (245 mil milhões euros) em investimentos, avança a CB Insights. Da lista fazem também parte dois unicórnios portugueses: a Talkdesk e a Outsystems.
