Nos países desenvolvidos assistimos a uma polarização das competências profissionais. Trata-se do chamado “efeito sanduíche”, que se traduz numa tendência para o mercado de trabalho privilegiar, em simultâneo, a mão de obra com baixas qualificações e os profissionais altamente qualificados. Consequentemente, há uma redução das oportunidades laborais para os profissionais com qualificações intermédias. Este fosso no mercado de trabalho decorre, em boa medida, da transformação digital das economias.
Criatividade, poder de persuasão, de liderança e flexibilidade são algumas das soft skills que as empresas procuram junto dos seus colaboradores.
A empresa oferece mil euros por ano aos colaboradores para eles poderem trabalhar a partir de qualquer lugar.
Um novo estudo da MetLife revela que metade dos trabalhadores jovens afirma que a pandemia trouxe benefícios na relação trabalho/vida pessoal.
Depois de lutarmos contra a Covid 19, o nosso foco passa a ser o crescimento económico. O empreendedorismo é um dos fatores chave para o sucesso desta batalha. Em nenhum outro momento da história nos deparamos com tamanha necessidade. São precisos mais empreendedores, mais líderes empenhados na criação de riqueza e de oportunidades que garantam um futuro sustentável.
Em Portugal, ultrapassámos recentemente o marco dos 12 meses com as alterações no contexto laboral e organizacional por força da pandemia. Ou seja, já há mais de um ano que a relação “habitual” entre trabalhadores e organizações foi afetada.
O ano que passou foi diferente de tudo que já vivemos, tanto na vida em geral quanto no local de trabalho. Atividades rotineiras foram suspensas, práticas de trabalho foram viradas do avesso e as normas aceites foram repensadas para que empregadores e colaboradores se adaptassem a um mundo incerto e em rápida mudança.
Os níveis de ocupação dos escritórios no Reino Unido chegaram aos 40% de terça a quinta-feira na semana passada, atingindo os 45% na quarta-feira, de acordo com dados da Metrikus, que garante que é a percentagem mais alta desde março de 2020, pouco antes de o governo declarar a obrigatoriedade de se trabalhar remotamente.
Muitas empresas estão agora a reinventar completamente como pensam a sua estratégia física no local de trabalho. O escritório precisa se tornar muito mais adaptável, muito mais flexível.
7 em cada 10 trabalhadores preferem um pack de benefícios personalizados em vez de uma subida salarial. A conclusão é do último relatório da Cobee.
Desde março do ano passado, a procura por serviços jurídicos cresceu 22%. Entre as razões apontadas estão os despedimentos, a violação dos direitos dos trabalhadores, a falta de pagamento de salário e a pressão psicológica, refere um estudo da Fixando.
O teletrabalho foi sempre tratado como uma mudança radical na vida do dia a dia das empresas. Até março de 2020 era só para os nómadas digitais e para trabalhar ao fim de semana. Ninguém sabia o que era o Zoom. O Teams era um daqueles aplicativos que já vem instalado e que nem sabemos que temos no computador. O Slack era uma aplicação que era usada em grupos de trabalho que estavam lado a lado, muitas vezes na mesma sala.

















