Portugal envelhece depressa, e o mercado de trabalho envelhece com ele. A 1 de janeiro de 2025, 24,3% da população portuguesa tinha 65 ou mais anos, a segunda percentagem mais elevada da União Europeia, depois de Itália, segundo o Eurostat.
No mês em que se assinala o "Mês Europeu da Cibersegurança", o novo Eurobarómetro da Comissão Europeia verifica que três em cada quatro trabalhadores enfrentaram ciberameaças.
As medidas propostas pela Comissão Europeia visam garantir direitos iguais para os trabalhadores, independentemente do país onde optem por viver e trabalhar.
A nova ferramenta mede indicadores, identifica riscos e sugere planos de ação personalizados, para aferir o índice de felicidade dos colaboradores das empresas.
Em 2023 — há uns meros três anos —, quarenta e uma empresas portuguesas experimentaram a semana de quatro dias. Seis meses, uma redução média de 13% das horas de trabalho, sem cortes salariais. No fim, 95% avaliaram a experiência positivamente e mais de 80% decidiram manter o modelo.[1]
Apesar da prudência nas contratações, as empresas continuam a investir nas competências que consideram críticas, conclui o ManpowerGroup Employment Outlook Survey relativo ao 3.º trimestre de 2026.
A escassez de talento é uma realidade transversal a vários setores de atividade em Portugal. Para além da tecnologia, também a indústria, a energia, a construção e o setor automóvel sentem dificuldades crescentes na contratação de profissionais técnicos especializados.
A sensação reflete-se na dificuldade em reconhecer os próprios feitos, no medo constante de não estar à altura ou de ser percecionado como uma fraude. Metade dos profissionais já se sentiram “impostores” em algum momento da sua vida profissional.
A adoção da IA está a acelerar, mas o seu impacto não depende apenas das competências individuais. O principal fator limitador passou a ser o desenho organizacional, e não o talento, revela o Work Trend Index 2026.
Altos níveis de exigência, longas jornadas de trabalho e insegurança no emprego ou assédio no local de trabalho prejudicam a saúde dos trabalhadores e a economia, alerta o relatório global da Organização Internacional do Trabalho.
Ser um freeworker, ou seja, trabalhar sem horários fixos, está muitas vezes associado a um conjunto de ideias pré-concebidas que não correspondem à realidade. Saiba quais os mitos associados a esta forma de trabalho.
O relatório State of the Global Workplace apresentou as conclusões anuais sobre a experiência do colaborador e revela que o envolvimento global dos colaboradores caiu para 20%.
















