A progressiva abordagem dos critérios ESG nas organizações tem sido acompanhada por uma evolução equivalente às práticas concretas publicadas em relatórios de sustentabilidade cada vez mais elaborados com base em matrizes de materialidade e crescente rigor metodológico.
Desequilíbrio entre vida pessoal e profissional ou falta de valorização profissional são alguns dos motivos que podem levar um trabalhador a mudar de empresa. Mas há mais, segundo a Olisipo.
Mais idade, maior paridade, mais qualificações e melhores salários: foi assim que evoluiu o perfil tipo do trabalhador em Portugal nos últimos 25 anos, de acordo com uma análise divulgada pela Randstad.
Quando falamos de “soft skills” em comparação com as “hard skills” estamos a falar das competências relacionadas com o comportamento, a atitude e a personalidade de um gestor, que vão muito além das competências científicas e técnicas que aprendeu no meio académico.
O Dia Internacional do Trabalhador representa, em si, um conjunto de conquistas que são inqualificáveis para os dias de hoje. Teve o seu início em Chicago, em 1886, com reivindicações por parte dos trabalhadores, cujo objetivo era o de reduzir a carga horária de trabalho, diária, para as oito horas. Para nós, atualmente, este é um direito inquestionável.
Começo por um esclarecimento. Este texto não é, nem pretende ser, um artigo científico fundamentado em análises técnicas e pesquisas académicas. Apenas exprime a minha opinião baseada na liberdade com que observo as pessoas e no espírito descomprometido com que gosto de partilhar as minhas ideias. Perdoem-me, pois, os mais puristas que terão certamente argumentos técnicos e científicos para rebater o que penso e escrevo.
Acordar de manhã para ir para o trabalho é um martírio? Os dias parecem não ter fim e não se consegue concentrar? Se respondeu sim, então não está feliz. Saiba como dizer ao seu chefe como se sente e não ser despedido.
Esta é uma pergunta difícil de responder. Uma pergunta com muitas respostas que se podem complementar entre si, outras possivelmente contraditórias. Tudo isto é, no entanto, um sinal de que este diálogo é extremamente importante no mundo atual.
Na campanha para as eleições do passado dia 30 de Janeiro o vencedor Partido Socialista incluiu no programa a proposta de "Promover um amplo debate nacional e na concertação social sobre novas formas de gestão e equilíbrio dos tempos de trabalho, incluindo a ponderação de aplicabilidade de experiências como a semana de quatro dias em diferentes setores" (p. 67). Naturalmente que a ideia dominou as atenções, com os eleitores a sonhar com mais 52 “feriados” por ano. Qual a viabilidade da sugestão?
Zigmunt Bauman, o grande filósofo da “pós-modernidade”, propôs, ao longo da sua vasta obra, que a humanidade entrou numa nova fase, que ele designou por “modernidade líquida”, cujas principais características têm sido tipificadas através de uma expressão ampla e frequentemente replicada nos mais diversos contextos do mundo dos negócios e das organizações: a de que no mundo atual ”change is the only permanence, and uncertainty the only certainty” (Bauman, 2012).















