No Crowdfunding do mês de agosto escolhemos três start-ups ligadas ao setor alimentar. Conheça estes projetos presentes nas plataformas de crowdfunding Seedrs e Kickstarter.
De que modo aparecer nos meios de comunicação beneficia as 'start-up'? Qual é o melhor momento para o fazer? Cada ação deve responder a alguns objetivos concretos de negócio.
Embora ainda não exista uma grande cultura bolsista entre os empreendedores, alguns já se interessam por começar a cotar e a tornarem-se mais visíveis para os investidores. Conheça alguns casos que nos chegam do país vizinho.
Lançámos um desafio à incubadora americana recém chegada a Lisboa Canopy: eleger a start-up deste mês. A eleita foi a Sparkl, que permite agendar serviços de beleza on demand. Neste momento já prestam cerca de 750 serviços que equivalem a 11 mil euros.
A Tugabox envia todos os meses caixas com produtos portugueses a pessoas que sentem falta de Portugal e que estão espalhadas pelos quatro cantos do mundo. Conheça a “caixa mágica” que mata saudades.
A Snap, a start-up que criou o Snapchat, está em conversações com a Zero Zero Robotics, uma empresa que desenvolveu o sucessor do selfie-stick, com o objetivo de adquirir a empresa chinesa.
A Infosci é uma start-up de cibersegurança que foi fundada por três amigos seniores de áreas diferentes e que diz ter desenvolvido uma solução que detém ataques como o que ocorreu em 2014 nos EUA.
Matt Dunbar, um experiente empresário na área dos investimentos e business angel, partilhou os cinco pontos fulcrais que procura numa start-up.
A Quero Educação já ajudou 760 mil estudantes brasileiros a entrar na universidade. A start-up brasileira conseguiu este feito ao oferecer descontos nas propinas e no acesso ao ensino superior aos estudantes.
Neste primeiro crowdfunding do mês escolhemos quatro start-ups ligadas ao mundo tecnológico. Conheça estes quatro projetos presentes na Seedrs e Kickstarter.
Vai ser lançado em agosto o Safari Central, um jogo de realidade aumentada parecido com o “Pokemon GO”, mas que em vez dos monstros imaginários vai levar animais reais para as ruas das cidades.
Uma start-up norte-americana solucionou o problema que tem vindo a preocupar as autoridades portuguesas durante as últimas semanas: a incapacidade de controlar drones.

















