Criar produtos de tecnologia e start-ups não é apenas uma questão de inovação, código, financiamento e mercado. É um reflexo direto da forma como vemos o mundo e tentamos resolver problemas. Mas estamos mesmo a solucionar algo essencial ou apenas a criar distrações sofisticadas?
Historiador da Universidade de Yale, Timothy Snyder faz uma reflexão sobre o que é a liberdade, como tem sido mal interpretada e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência.
A Júnior Empresa do Instituto Superior Técnico lista as cinco tecnologias de high tech que estão a impactar sociedade.
A palavra patriarcado deriva da palavra grega patriarkhēs cujo significado é “a regra do pai”. Esta palavra remete-nos para uma construção social em que se afigura uma masculinidade predominante nos vários contextos socioeconómicos.
Uma das principais virtudes do nosso tempo é dar às pessoas reais possibilidades para escolherem os rumos das suas vidas, de acordo com idiossincrasias próprias e viverem em função das capacidades que conseguem mobilizar face aos inúmeros constrangimentos e condicionantes que são caraterísticas das sociedades altamente complexas.
Uma das principais características da liberdade é a existência efetiva de possibilidades de escolha. Sem escolhas, ou seja, sem existir num determinado sistema, seja social seja pessoal, uma real possibilidade de as pessoas formularem escolhas de acordo com as suas opiniões, crenças e valores próprios, não existe verdadeiramente liberdade, mas apenas tipos de condicionamento, mais ou menos alargados, ou mais ou menos limitados.
O melhor projeto e start-up que coloque a tecnologia ao serviço da sociedade receberá um prémio de 110 mil euros. Os eAwards são organizados pela NTT DATA Foundation e visam promover o empreendedorismo tecnológico.
Num mundo onde a expetativa de vida continua a aumentar, a questão da reforma precoce está a tornar-se cada vez mais relevante e preocupante.
Chama-se “Do Outro Lado” e é um podcast sobre responsabilidade social, que explora tópicos como voluntariado corporativo, intervenção social das empresas e desenvolvimento sustentável.
Como pai de três, estando a filha do meio a caminho de concluir o 9.º ano e decidir o seu caminho pelo Ensino Secundário, eis-me pela segunda vez na condição de apoiar este momento do percurso académico e pessoal.
O título que serve de mote a esta reflexão poderia bem versar uma discussão acerca da sociedade atual, da ausência de elos e de vínculos emocionais. Mas como acredito que devemos deixar para “César o que é de César”, entrego esse tema aos especialistas no estudo da mente humana e das sociedades.
Riscos como a recessão económica, a inflação e a erosão da coesão social estão entre os maiores riscos para os países do G20 nos próximos dois anos, segundo os dados do Executive Survey Opinion deste ano.















