As instituições sem fins lucrativos de Portugal, Angola e Moçambique podem apresentar candidaturas até 2 de novembro à 13.ª edição do PACT Fund, da Deloitte. O programa apoia projetos nas áreas da capacitação e da inovação social, tendo já beneficiado cerca de 250 mil pessoas desde a sua criação.
A implantação da República trouxe consigo uma determinada conceptualização de sociedade, diferente daquela que Portugal conhecera até então. E esta talvez tenha sido uma das suas maiores transformações. Sustentado numa corrente positivista e eclética, o Projeto Educativo à época, em Portugal, assentava na ciência, no progresso da humanidade e na convicção de que a Educação poderia constituir um verdadeiro instrumento de regeneração social.
Ao longo de 12 meses, a iniciativa One Firm Action envolveu colaboradores da Fieldfisher em 14 países em ações de voluntariado, apoio jurídico pro bono e angariação de fundos. A campanha reuniu mais de 162 mil libras para causas sociais, a que se somaram 250 mil libras provenientes de parcerias.
Já estão abertas as candidaturas à 11.ª edição do Prémio BPI Fundação "la Caixa" Solidário. Este ano, a iniciativa volta a contar com uma dotação de 1,1 milhões de euros para apoiar projetos dirigidos a pessoas que vivem em contextos sociais de maior vulnerabilidade.
Entramos num novo ano com a mesma ilusão confortável: a de que o tempo, por si só, resolve injustiças. As desigualdades de género continuam entranhadas nos Sistemas, nas Instituições e nas escolhas Políticas, em Portugal e no mundo.
Mais de mil pessoas já visitaram o Bairro do Zambujal para conhecer, no terreno, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O Zambujal 360 tornou-se num projeto pioneiro ao ligar sustentabilidade, arte urbana, turismo e capacitação comunitária, com impacto direto na vida dos moradores.
A iniciativa, que envolveu Mediadores Ageas Seguros e o Movimento Transformers, vai canalizar 30 mil euros para soluções que reforçam a coesão e o bem-estar das comunidades locais.
A história da humanidade tem sido marcada por ciclos de poder, desigualdade, inovação e colapso. Do apogeu dos impérios clássicos ao advento das revoluções industriais, sempre houve momentos em que o progresso tecnológico e económico foi acompanhado por profundas assimetrias sociais.
No meu último artigo escrevi sobre a solidão e a saúde mental na liderança — sobre o peso invisível que acompanha quem carrega responsabilidades no topo. Esse peso não desaparece, mas pode ser melhor gerido. E um dos caminhos mais simples, e ao mesmo tempo mais difíceis de seguir, é o de parar.
O regresso após o merecido período de férias é, para mim, um momento de reflexão. É nesta fase que revejo objetivos, é tempo para repensar em estratégias e, acima de tudo, volto a centrar-me no essencial: aquilo que quero construir, transformar e quem quero impactar.
Mais de dois milhões de pessoas continuam em risco de pobreza ou exclusão social em Portugal, revela o “Portugal Balanço Social 2024”. O relatório alerta para a persistência de desigualdades, apesar da trajetória positiva.
Os novos tempos, sem dúvida muito turbulentos e inquietantes, estão a fazer ressurgir certos paradigmas e práticas que acharíamos já ultrapassados e definitivamente arrastados para o “caixote de lixo da História”.
















