Meritoriamente, a temática da Reforma do Estado passou a estar no discurso político oficial. Contudo, devemos interrogar-nos sobre as razões que levam a que apesar, anos e anos, de anúncios oficiais sucessivos e recorrentes anunciando simplificações da burocracia, acessos facilitados das empresas e cidadãos aos serviços do Estado, a máquina do Estado só tem aumentado e criado um ónus acrescido para a economia e a sociedade.
Barómetro Doutor Finanças – Preparação da Reforma traçou um retrato de baixa preparação financeira, desconfiança no sistema público de pensões e ausência de planeamento.
“O que queres ser quando fores grande?”. Desde tenra idade, somos desafiados a pensar sobre o nosso propósito profissional, no mesmo “pacote” de “como te chamas?” e “quantos anos tens?”.
Mais de metade dos Millennials e da Geração Z acredita que não vai conseguir poupar o suficiente para a reforma. Desalinhamento com chefias é muito pronunciado.
Durante anos ouvimos — e repetimos — que a transformação digital era inevitável. Que ou as organizações se transformam ou desaparecem. Que é preciso investir em tecnologia, automatizar processos, adotar ferramentas cloud, IA, dados. Tudo isso é verdade. Mas é apenas parte da verdade.
“Ensinaram-lhe que investir é difícil e perigoso. Que o dinheiro está mais seguro no banco. É mentira! A constatação é dos médicos Daniel Pereira e Francisco Ferrão, coautores deste livro.
Tenho 67 anos. Deixei a minha profissão aos 60 anos. Muitos questionaram essa opção pois como Global President de uma multinacional de marketing e publicidade, a Havas, poderia simplesmente continuar na função até que chegasse a idade natural da reforma.
Num mundo onde a expetativa de vida continua a aumentar, a questão da reforma precoce está a tornar-se cada vez mais relevante e preocupante.
"Os negócios mais bem-sucedidos são fundados por pessoas apaixonadas pelo que fazem", assegura Rita Piçarra, profissional que deixou o universo corporativo para cumprir o sonho de concretizar uma reforma antecipada.
Rita Piçarra era diretora financeira da Microsoft Portugal quando, aos 44 anos, decidiu “reformar-se”. Neste livro partilha a estratégia para se conseguir deixar de trabalhar cedo. Uma edição da Contraponto Editores.
Andou por aí a história da Rita Piçarra e da reforma aos 44 anos. A Rita não se reformou, nem pode, mas a Rita alcançou a sua independência financeira, e isto sim, pode.
Portugal foi classificado como o melhor país para estrangeiros gozarem a reforma, de acordo com o relatório Moving to Spain. Custo de vida e cuidados de saúde são determinantes.
















