Os robôs e a codificação não são os motores reais da economia americana. Nem os homens. A alavanca por detrás da atual força de trabalho nos EUA está nas trabalhadoras invisíveis e mal pagas. O futuro será ditado pela forma como estas são tratadas no presente, defendem Ai-jen Poo e Palak Shak, do National Domestic Workers Alliance.
Entre as 21 finalistas do Prémio da UE para Mulheres Inovadoras 2020 está a cofundadora e CEO da Zymvol Biomodeling, Maria Fátima Lucas. As vencedoras serão anunciadas em setembro.
A Women4Cyber foi criada para dar resposta à escassez de profissionais femininas no campo da cibersegurança na Europa. A plataforma pretende “identificar e construir uma comunidade”, aproveitando a massa crítica existente de mulheres ativas nesta área.
Existem 3,9 mil milhões de mulheres no mundo, representando 49% da população mundial. Cerca de 85% das decisões de consumo são definidas por mulheres[1]. No entanto, a maioria dos produtos (bens e serviços) não foram desenvolvidos tendo em conta as suas necessidades específicas.
Apoiar o empreendedorismo feminino através da oferta de projetos de consultoria realizados por alunos e orientados por professores é o objetivo de mais uma edição do Women Entrepreneurs@Católica Lisbon.
A 12.ª edição nacional do prémio criada pela Fundação Yves Rocher para distinguir as mulheres que se destaquem pelas iniciativa em prol do ambiente, recebe candidaturas até final de setembro.
O que têm em comum Cristina Fonseca, Ana Paula Reis, Marta Palmeiro ou Ana Xavier? São algumas das investidoras portuguesas que segundo a Sifted estão a dar cartas a criar fundos de investimento ou a assumir o papel de business angels.
Mulheres que querem desenvolver negócios na área agroalimentar podem ganhar 10 mil euros através do programa EWA – Empowering Women in Agrifood, que se realiza pela primeira vez em Portugal.
A EU-Startups lançou recentemente a sua edição de 2020 das 50 mulheres que considera estarem a agitar o mercado das start-ups na Europa. A portuguesa Cristina Fonseca, da Indico, está na lista.
Há duas novas tendências no setor das femtech que estão a atrair fundadores e investidores.
Empreender no feminino não é uma coisa nova. Desde sempre que as mulheres têm assumido papéis na sociedade que exigem as valências necessárias a um empreendedor: foco, resiliência e paixão. É, porém, desproporcional o “tempo de antena” que estas mulheres recebem, quando comparado com a importância da sua presença e resultados no mercado.
“Nunca desistam. Nunca baixem os braços. Não se calem. Sempre que achem que estão a ser vítimas de uma qualquer forma de discriminação, seja em função do género ou outro motivo qualquer, denunciem. Não tenham medo. Denunciem”. É esta a mensagem que a presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego deixa a todas as Mulheres no seu dia.

















