A segunda maior percentagem de mulheres inventoras entre os estado-membros do Instituto Europeu de Patentes, está em Portugal. O Alentejo é a região com maior número de registos. O primeiro lugar do ranking pertence à Letónia.
A Silatha ajuda as empresas a reter as mulheres no local de trabalho através da meditação. Um projeto feito por mulheres para mulheres que está a angariar financiamento na Seedrs.
O pressuposto geral é que os investidores procuram o máximo retorno dos investimentos. Se isto pode parecer senso comum, certamente não é prática comum, uma vez que os investidores tendem a investir em start-ups que geram metade das receitas possíveis por cada dólar arrecadado!
A Professional Women’s Network Lisbon vai fazer a 5.ª edição do programa YOUTH. A iniciativa quer capacitar uma nova geração de mulheres líderes.
A sociedade de investimento EX Capital vai reunir empreendedoras e fundadoras num evento no Porto. É já no dia 15 de setembro.
É mulher e tem uma start-up em fase de arranque? Há um programa de apoio europeu à sua espera.
A iniciativa da SAP SE destina-se a empreendedores do sexo feminino ou a elementos de grupos sub-representados.
O The Lisbon MBA Católica/Nova quer apoiar o talento feminino e aumentar o número de mulheres líderes no mundo dos negócios. As inscrições são em dois momentos: até 5 e 30 de setembro.
A iniciativa, que assinala o 45º aniversário do Boticário e que terá a duração de seis meses, vai oferecer aulas e mentoria a mais de 1600 mulheres brasileiras com mais de 45 anos. As inscrições estão abertas até 30 de setembro.
Os engenheiros de DevOps apresentam a maior diferença salarial, segundo um estudo que avaliou na plataforma Upwork perfis que registaram, pelo menos, 100 horas de trabalho nos últimos seis meses. Os engenheiros do sexo masculino cobravam, em média, mais de 100 dólares (98 euros) por hora, três vezes mais do que as suas colegas do sexo feminino.
Há um novo curso de capacitação digital exclusivo para mulheres em transição de carreira. As inscrições estão abertas e decorrem até 11 de setembro.
Li há pouco tempo a última edição do estudo da Deloitte “Women in the boardroom” e a emoção que me transmite é agridoce: a esperança ao ver uma evolução, mas o desalento pelo crescimento lento e que deixa escapar tantas oportunidades às empresas e às suas equipas.

















