Quem lidera pessoas terá, mais tarde ou mais cedo, de liderar aquilo que ainda não existe: equipas híbridas, feitas de humanos e agentes. O desafio não está na tecnologia. Está no léxico com que se insiste em pensá-la.
A inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante. Hoje, está em todo o lado: nas empresas, nas escolas, nas redes sociais e até nas nossas decisões diárias.
Há momentos no trabalho que não cabem em nenhum artigo do Código. Momentos que não são tecnicamente “infração”, “insuficiência”, “incumprimento”, são apenas humanos. E, por isso mesmo, são também os mais difíceis de resolver.
Com o início de um novo ano, instala-se aquele frenesim habitual nas organizações: fecham-se orçamentos, desenham-se estratégias, afinam-se KPIs financeiros. É natural, faz parte da boa gestão. Mas talvez este seja o momento certo para mudar a pergunta de partida.
Vivemos um momento de inflexão histórica em que o avanço da inteligência artificial, da robótica e da automação está a remodelar radicalmente a forma como trabalhamos, produzimos e nos relacionamos.
Os líderes do futuro vão destacar-se pela capacidade de inovar, de empreender e de se adaptarem a diferentes culturas, conclui estudo da Aliança Global CEMS.
Vivemos tempos paradoxais. O tempo em que tudo está “ligado” — mas nem sempre estamos ligados uns aos outros.
A nova versão de IA da Automaise vai permitir resolver problemas com métodos de pagamento, assim como dar conhecimento de promoções. O seu objetivo é revolucionar o apoio ao cliente, ao colocar os assistentes virtuais a realizarem chamadas diretas.
De acordo com os investigadores da universidade de Berlim, as pessoas passam a ver os robôs como parte da sua equipa e prestam menos atenção às tarefas.
No mundo actual, em que a Inteligência Artificial (IA) está a evoluir a um ritmo exponencial, é natural que surjam preocupações e interrogações sobre o futuro da humanidade.
Na década de 80, “sem saber ler nem escrever”, descobri o mundo da computação. Eu acreditava que os computadores podiam fazer tudo, como um Deus electrónico, mas quando pedi ao TIMEX Sinclair 1000 para desenhar o planeta Saturno — sou fascinado por este planeta, talvez por ter anéis —, vislumbro apenas uma mensagem estranha na televisão a preto e branco: 0/0
As muitas análises e discussões que ainda mantemos sobre a adversativa ou máquinas ou pessoas relativamente às tendências de evolução do trabalho, resvalam por vezes ou para discursos extremados e intensamente apologéticos ou então para vaticínios tremendistas que veem os avanços das tecnologias como insidiosas mancomunações contra o futuro do trabalho humano.
















