Há centenas, milhares talvez, de artigos sobre histórias de empreendedorismo de sucesso. Mas são poucos os que têm coragem para falar sobre como os seus negócios fracassaram, como aconteceu e como estão a lidar com essa realidade.
A popular expressão laissez faire simboliza um “deixar fazer” tradicionalmente associada ao capitalismo económico, a uma menor regulação e maior raio de acção à iniciativa privada, tendo porém sido mais tradicionalmente adoptada no vocabulário corrente para simbolizar um certo desinteresse e apatia perante determinadas situações que determinariam um comportamento distinto.
Utilize estas tendências para se colocar à frente dos seus competidores e melhorar o seu negócio.
Há pouco tempo pediram-me para fazer uma reflexão sobre "como as empresas podem reinventar-se e fazer face à velocidade da mudança", tendo como pano de fundo aquilo que está a acontecer na comunidade de empreendedores.
A meu ver um dos objetivos da Link to Leaders passa por procurar colocar em contacto start-ups e investidores. Nesse sentido, e para simplificar a tarefa do meu lado, irei iniciar a minha colaboração com uma indicação do que é para mim um projeto perfeito, quais as caraterísticas de uma start-up que, caso se verifiquem, asseguram de forma quase imediata o investimento.
Madrid, Frankfurt, Munique, Zurique e Milão são as cinco cidades que, brevemente, vão receber escritórios da Euronext. Apoiar PMEs tecnológicas é o objetivo.
A ideia de que os millennials estão a destruir várias indústrias, por se concentrarem demasiado na tecnologia e por serem muito pouco práticos, não podia estar mais errada. Saiba porquê.
A Associação Empresarial de Portugal (AEP) e a COSEC, seguradora de créditos e de caução, vão criar instrumentos de cooperação com vista a fomentar a competitividade das empresas nacionais.
The Walking Dead é a famosa série de zombies da AMC que, à parte do terror e da violência, contém também ensinamentos para quem quer investir, já que investir no meio da crise não é muito diferente do que sobreviver entre os mortos-vivos.
Apesar de Portugal ser um país onde falta cultura empreendedora, muitas vezes explicada por questões fiscais e de financiamento, mas, sobretudo, por uma aversão natural ao risco, verifica-se, com a proliferação de iniciativas de incentivo ao empreendedorismo, uma cada vez maior apetência para a criação de novos negócios. Tal levou à recente profusão de projetos de empreendedorismo no mercado, associada à banalização da discussão em torno deste tema.
Lançar uma start-up tem muito que se lhe diga em termos burocráticos e legais e, por isso, nada melhor que estar a par das formalidades que deve seguir para que o seu projeto comece com o pé direito.
O João acaba de decidir deixar a sua empresa, onde trabalha há 16 anos, por se sentir “no limite”, como ele próprio refere. Numa conversa a dois, partilha comigo que começou a ter episódios de pânico de manhã quando conduz para a empresa onde tem trabalhado. Suores frios, tremores, alguma rigidez muscular que, muitas vezes, o fazem parar e equacionar voltar para casa. Nunca o fez. E atingiu “o limite”. Saiu.

















