Há três macrotendências que definem a forma como os líderes inteligentes precisam de abordar a atual força de trabalho, digitalmente apta e com hábitos laborais que mudaram de forma radical.
Cientista da computação, business angel, professor e orador, Christoph Holz sabe do que fala e como ninguém "traduz" o conhecimento digital em cenários lógicos futuros e em consequências surpreendentes. Ao Link To Leaders explica o complexo mundo digital e as suas perspetivas, e dá a conhecer o seu lado de investidor.
A organização europeia EIT Health analisou o potencial do digital aplicado à saúde em Portugal. As conclusões resultaram do fórum europeu EIT Health Think Tank.
A mobilidade sustentável e soluções ecoeficientes são os pilares de atuação da KONE, multinacional que atua no setor dos elevadores e escadas rolantes, entre outros. Filipe Nóbrega é o responsável da empresa na Península Ibérica e falou ao Link To Leaders como a empresa encara o desafio da transformação digital e dos objetivos traçados para o mercado nacional.
À medida que as empresas recorrem à digitalização para melhorar os seus processos, ganha forma uma quarta revolução industrial. A Sage apresentou as três tendências que vão mexer com a indústria no ano que se aproxima.
O responsável pelo grupo IDC no mercado nacional revela que a transformação digital está na ordem do dia para 73% dos decisores nacionais. Em entrevista ao Link To Leaders, Gabriel Coimbra afirma ainda que a cultura empresarial continua a ser o maior entrave dessa transformação.
O volume de financiamento em start-ups em Portugal nos últimos 12 meses foi de 140 milhões de euros num total de 56 rondas de investimento. Um valor bastante abaixo dos 418 milhões de euros angariados em 2018, embora este seja um número bastante inflacionado pelo fundraising de 340 milhões de euros conseguido na altura pela OutSystems.
A Portugal Ventures termina o ano a investir em seis novas start-ups. O montante total do investimento é de 3.7 milhões de euros.
O mundo digital vem criando inúmeras oportunidades a muitas empresas e marcas de se projetarem aquém e além-fronteiras, por força da globalização da internet.
Não é a primeira vez que escrevo sobre este tema, mas no rescaldo da Web Summit e da House of Beautiful business, que ocorreram em Lisboa, sinto vontade de voltar a ele.
A Invillia, que conta com mais de 500 colaboradores, abriu escritório em Lisboa e até final de 2020 prevê que 20% da sua comunidade de talentos seja portuguesa. Além de Portugal, constituem mercados prioritários para a empresa a Alemanha, França, Holanda, Reino Unido, e os EUA, num investimento que ascende a 4 milhões de euros nos próximos anos.
Segundo o relatório da OCDE “Going Digital: Shaping Policies, Improving Lives”, apesar da maioria das empresas recorrer as ferramentas digitais, elas não exploram na totalidade o seu potencial para o negócio, em particular as PME.

















