No primeiro semestre de 2022, o investimento em start-ups caiu 44% em relação a 2021. O cenário económico deixou os investidores mais seletivos na hora de fazer as suas apostas; o custo de capital ficou mais caro, há menor liquidez no mercado, subida de juros no mundo inteiro e ajuste no valor de mercado das empresas de tecnologia.
Com o aumento da inflação e as baixas taxas de rentabilidade dos depósitos bancários, a Criptoloja dá agora aos portugueses a oportunidade de investir em produtos financeiros brasileiros com taxas mais elevadas, comparativamente com Portugal, através da “tokenização” de ativos.
No passado dia 7 de Setembro foi comemorado o bicentenário da independência do Brasil, e quero aproveitar esta efeméride para refletir acerca das relações entre os dois países.
“Há sítios, momentos ou pessoas que fazem ou já fizeram parte das nossas vidas e que jamais, para todo o sempre, voltaremos a visitar, a viver ou a estar. Por isso a importância de os desfrutar, porque cada um deles é único e pode muito bem ser irrepetível.”
O projeto imobiliário está localizado na cidade brasileira de São Paulo e procura investidores que estejam interessados em apostar naquele mercado.
2022 tem-se mostrado um ano desafiador. Depois de várias demissões em massa realizadas por algumas start-ups e redução de investimentos por parte de investidores. Bem diferente do ano passado, quando as start-ups chegaram a contratar mais de 100 mil pessoas, recorde no ecossistema de inovação brasileiro, segundo o Relatório 2021 Wrapped Brazilian Startups elaborado pela plataforma Sling.
Vender roupas usadas em bom estado e trocar por novas. É o objetivo de uma iniciativa que a C&A está a levar a cabo com a ajuda da Daz Roupaz, no Brasil. A ação permite a troca de roupas em segunda mão de qualquer marca por créditos para a aquisição de peças novas.
A iniciativa, que assinala o 45º aniversário do Boticário e que terá a duração de seis meses, vai oferecer aulas e mentoria a mais de 1600 mulheres brasileiras com mais de 45 anos. As inscrições estão abertas até 30 de setembro.
O momento global de cautela devido à incerteza económica e geopolítica trouxe muitas consequências para o mercado: PIB e valuations foram corrigidos para baixo, rondas de capital nas start-ups ficaram cada vez mais escassas, além de recentes demissões em massa realizadas por grandes start-ups. Apesar disso, algumas start-ups brasileiras continuam a fazer contratações. Financeiramente bem capitalizadas continuam a seguir em frente com seus planos de expansão.
Nos meus artigos anteriores relatei o incrível boom de investimento em capital de risco realizado no ano passado no Brasil. Este ano, o cenário é bem diferente, o primeiro trimestre registou uma queda de 19% comparado com igual trimestre do ano passado.
O projeto brasileiro junta o Instituto Gerando Falcões e a Accenture. O programa "Favela Beta” quer acelerar start-ups que desenvolvam soluções para as favelas em domínios como o saneamento básico e a saúde.
A Digitall Brokers está a expandir as suas operações para o Brasil, Suécia, Finlândia e Noruega. Quer ser uma referência em consultoria para serviços digitais sem custos associados.













