As empresas são como as crianças

As empresas são como as crianças: fazê-las é fácil; difícil é criá-las. Esta verdade evidente fica muitas vezes esquecida, sobretudo em épocas de grande transformação tecnológica. Nessas alturas domina a orientação esbanjadora de criar empreendimentos insustentáveis, na ilusão que a fúria de startups seja indicador de verdadeiro desenvolvimento. Mas multiplicar projetos inovadores absorve capital, suscita criatividade, promove atividade, mas dificilmente melhora o bem-estar das populações.

Continuidade do negócio: A culpa é do informático!

“Faturámos menos, porque o sistema não emitiu bem a fatura!”, “Não terminámos o projeto ainda, porque o sistema esteve em baixo!”, “Queria fazer a compra, mas a aplicação estava indisponível!”, “Vai ter de esperar, que o sistema hoje está lento”…

Start-up do mês: GoParity reforça estratégia de internacionalização

Este mês, coube à Casa do Impacto selecionar a start-up do mês. A escolha do hub de inovação e empreendedorismo social e ambiental da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) recaiu sobre a GoParity, uma plataforma de financiamento sustentável criada em 2017.

A Gestão da Aeronavegabilidade

O transporte aéreo é, atualmente, a forma mais segura de nos deslocarmos, mesmo considerando que, desde 1903 e até aos dias hoje, as causas humanas associadas aos acidentes aéreos se vêm apresentando num crescente persistente, atingindo atualmente mais de 80%, aproximadamente, das causas dos acidentes aéreos.

O que marcou o empreendedorismo em Portugal em 2021

2021 foi o ano dos unicórnios portugueses. Depois da Farfetch, Talkdesk e da Outsystems, a Feedzai, a Sword Health e a Remote juntaram-se à lista do grupo exclusivo de start-ups que valem mais de um milhão de dólares. Apesar da pandemia, foi também um ano de inovação e oportunidades com a criação de inúmeros projetos na área da saúde, o lançamento de fundos de investimentos, aquisições e de novas empresas que entraram no mercado português.

Negócios do mês: start-ups na mira das multinacionais

As start-ups estão no centro dos negócios do mês. A portuguesa Passworks vai ser comprada pelo grupo Fobi e a seguradora Zurich foi às compras à Estónia e integrou uma start-up especializada em conversação virtual.