Vivemos um tempo de transformação profunda no mundo do trabalho. A digitalização acelerada, os avanços tecnológicos, a inteligência artificial, as alterações demográficas e, sobretudo, as expectativas sociais emergentes estão a reconfigurar a forma como trabalhamos, lideramos e criamos valor.
Empresas e Start-Ups
Entrevista/ “Estamos a apostar forte em IA aplicada à gestão, liderança ética, ESG e mercados emergentes”
O contexto de disrupção tecnológica e mudança constante exige programas flexíveis, digitais, atualizados e orientados para o impacto e a progressão da aprendizagem à velocidade de cada um, explica José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education.
Nos últimos meses, a inteligência artificial (IA) estabeleceu-se como um motor essencial na transformação dos negócios, impactando profundamente setores como saúde, finanças, energia e retalho.
Num tempo em que tanto se fala sobre estratégias, performance e metas a atingir, é fácil esquecermo-nos de que a base de qualquer liderança verdadeira começa muito antes de influenciarmos os outros, começa dentro de nós.
Os países ricos, quando veem necessidades pontuais de médicos ou paramédicos, quase sem esforço de preparação fina dos seus recursos humanos, resolvem-nas dando mais vistos de trabalho aos profissionais que necessitam, em geral do Terceiro Mundo. Assim cobrem a sua lacuna existente noutros países.
Nascida num país onde ser mulher e sonhar com a ciência é um ato de coragem, Amena Karimyan transformou a curiosidade infantil pelo céu numa missão de vida. Engenheira civil e astrónoma, e fundadora do grupo Kayhana, tem inspirado uma nova geração de raparigas a desafiar o silêncio, a ignorância e o medo através da ciência. A sua história é um testemunho de resistência, paixão e esperança.
Uma nova geração vai dominar o mercado de trabalho – é a primeira ideia-chave do estudo “CX Roles of the Future 2035”. Trata-se da Geração Z, que tem características e expectativas muito diferentes das gerações anteriores, e às quais todas as empresas, nomeadamente as que operam no setor de experiência do cliente (CX), devem adaptar-se o mais rapidamente possível.
Filipa Lemos Cristina, cofundadora da PowerUP, acredita que a empatia é uma competência estratégica capaz de transformar culturas, equipas e resultados. Foi essa convicção que a levou a criar o whitepaper "Liderança Empática", em colaboração com líderes da L’Oréal, Microsoft e do Doutor Finanças. O documento desafia a ideia de que a empatia é uma “soft skill” e mostra o seu impacto direto no desempenho organizacional.
Num artigo recente publicado na HBR (1), Amy Gallo reporta os resultados de um estudo sobre os conflitos no trabalho, onde se assinala que “94% dos respondentes afirmam ter trabalhado com uma pessoa “tóxica” nos últimos 5 anos.
Os escritórios tradicionais convivem há alguns anos, lado a lado, com um novo modelo de espaço de trabalho: o cowork. As vantagens que oferece são inúmeras e a procura tem impulsionado a expansão acelerada do setor. A tendência de mercado deixa antever um futuro em que o coworking será um player fundamental.
"No coworking, os profissionais sentem-se parte de uma comunidade, têm acesso a infraestruturas de topo e trabalham num contexto que combina foco e estímulo criativo", assegura Carlos Gonçalves, CEO do Avila Spaces.
Muito se tem falado sobre se a Inteligência Artificial, num futuro próximo ou longínquo, irá encabeçar a revolução do milénio e se, para sermos poupados dessa revolta, teremos de incluir um “obrigado” no fim de cada pedido.












