A sustentabilidade de um negócio é, muitas vezes, associada sobretudo a questões financeiras. No limite, quando o foco é apenas a própria ideia de sustentabilidade, lembramo-nos de questões ambientais, como reduzir emissões, consumir menos recursos e utilizar equipamentos mais eficientes.
Empresas e Start-Ups
Há uma pergunta que me acompanha há algum tempo: para que serve, afinal, toda a inovação que criamos?
Até ao final de 2026, Dina Duarte quer reforçar a competitividade e a sustentabilidade do negócio, definir as prioridades de investimento para 2027 e explorar o potencial da inteligência artificial no setor agroalimentar, sem perder de vista a valorização das pessoas e da produção nacional.
A análise de performance no futebol continua a ser vista sobretudo como uma função técnica, da qual faz parte a preparação frente aos adversários, a revisão dos jogos e o planeamento dos treinos. Porém, o potencial dessa análise é maior, uma vez que contém informação útil para as decisões que os clubes tomam diariamente sobre contratações, formação, orçamento, valorização de ativos e risco.
Antes, há muitos anos, viajar era um prazer para mim. A pouco e pouco, começou a pesar e vou descobrindo também incomodidades provocadas pelo sistema, em geral dos transportes e pelos desmazelos dos utentes, quando não são corrigidos a tempo.
Portugal envelhece depressa, e o mercado de trabalho envelhece com ele. A 1 de janeiro de 2025, 24,3% da população portuguesa tinha 65 ou mais anos, a segunda percentagem mais elevada da União Europeia, depois de Itália, segundo o Eurostat.
Há palavras que parecem ter perdido o seu lugar no nosso vocabulário. Brio é uma delas. Sinto no país uma inquietação, um cansaço e uma descrença que não podemos normalizar. Portugal não pode resignar-se. Precisa de recuperar o seu brio.
"A tecnologia tornará mais fácil fazer consultoria. Mas tornará também muito mais evidente a diferença entre entregar informação e criar valor", afirma Andreia Jotta, diretora de Desenvolvimento de Negócio da Yunit Consulting.
Investir em IA é inevitável. A questão é que lugar ocuparemos nós. O burnout já custa às empresas portuguesas 5,3 mil milhões de euros por ano, e isso muda a natureza do argumento. Até 2030, 39% das competências vão mudar, com foco na IE. Investir na maturidade emocional das equipas deixou de ser uma boa intenção e é hoje uma escolha de racionalidade económica.
Existe uma diferença profunda entre liderar a partir de uma estrutura e liderar quando já não existe proteção externa suficiente para sustentar a identidade. A primeira é difícil. A segunda transforma.
Num contexto marcado pela volatilidade económica e pela aceleração da inteligência artificial, Rui Lopes acredita que um dos maiores desafios da liderança é saber escolher o que realmente importa. Até ao final de 2026, o CEO da Simplefy quer consolidar a estratégia de crescimento da empresa, reforçar a preparação dos seus Financial Partners e garantir que a expansão não compromete a proximidade com as pessoas.
Entrevista/ “Acreditamos que a tecnologia deve ajudar as pessoas a fazer mais e melhor, e não substituir o seu papel”
"O Brasil distingue-se pela sua dimensão, enquanto Portugal mantém uma ligação estratégica aos restantes mercados europeus", analisa José Ferreira, Managing Director da Noesis no Brasil. E afirma que o Brasil é um pilar estratégico como Centro de Competências e hub de talento, com capacidade para apoiar projetos e clientes da empresa à escala global.












