Vivemos um momento particularmente desafiante para a cooperação internacional. A crescente fragmentação geopolítica, a competição global pelo talento, a disputa pela liderança científica e tecnológica e o enfraquecimento de alguns modelos tradicionais de cooperação internacional estão a redefinir a forma como os países e as instituições se relacionam entre si.
Empresas e Start-Ups
"Temos capacidade de computação instalada e uma infraestrutura de conectividade atlântica que fazem de Portugal um ponto de entrada para operar dados e sistemas dentro da Europa", afirma Bruno Tavares, Chief Technology Officer da Devoteam Portugal.
Porque não se consegue um debate sereno e sensato acerca das pensões de reforma? Em si o tema é linear: as pessoas descontam do seu rendimento enquanto ativas para receberem um auxílio quando deixarem de estar; em cima disto o Estado impõe alguns ajustes, tirando aos ricos para dar aos pobres, como faz aos próprios rendimentos.
Entre o Algarve, os momentos em família e as pausas longe do ruído do dia a dia, Bernardo Maciel aproveita o verão para recuperar energia e, sobretudo, clareza. Fora do escritório, fala sobre a importância de manter a convicção nas decisões estratégicas, de preservar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, e antecipa uma segunda metade de 2026 marcada pela aceleração do Portugal 2030 e pelo dinamismo do mercado de M&A em Portugal.
As start-ups portuguesas nascem, quase todas, em Lisboa e no Porto. Mas a localização deixou de ser uma sentença. Com trabalho distribuído e uma procura de emprego assistida por inteligência artificial, o talento que costumava escapar às empresas do interior e das cidades médias passou a estar ao seu alcance. Basta deixar de tratar a morada como destino.
Há uma ideia que atravessa silenciosamente muitas organizações. Não aparece nos relatórios anuais, não consta dos modelos de avaliação de desempenho nem faz parte dos programas de formação de liderança. Mas está presente no quotidiano de milhares de profissionais. A ideia de que um bom profissional consegue deixar a sua vida pessoal à porta da empresa.
“As soluções técnicas existem, o conhecimento existe, os profissionais também. O que falta é vontade de transformar esse conhecimento em decisão. Preparar um país para um grande sismo exige visão de longo prazo e coragem para investir hoje naquilo que pode proteger vidas e a economia amanhã”, afirma Paulo Pimenta, Manager da Pretensa – Inovação em Engenharia.
Este não é o momento certo. Provavelmente nunca será. Há uma frase silenciosa que acompanha muitas pessoas durante anos: “Ainda não é o momento.”
Entre o Douro, os dias em família e as caminhadas junto ao mar, Bruno Taveira, Country Lead na Becton Dickinson Portugal, encontra nas férias o espaço para abrandar e recuperar energia. Fora do escritório, fala sobre a importância de confiar nas equipas, de manter o foco no longo prazo e sobre o impacto crescente da inteligência artificial na forma como trabalhamos, aprendemos e tomamos decisões.
Há uma coisa que aprendi a olhar de forma diferente desde que construo uma empresa que passa o dia a ler estruturas societárias ibéricas: a forma como uma empresa está organizada conta uma história que os números, sozinhos, não contam.
"Portugal ajuda-nos aqui mais do que habitualmente se reconhece e uma das razões está na base de engenharia do país. A IA aplicada a decisões de negócio é, na sua essência, um trabalho de engenharia: formular o problema, modelá-lo, construir software que corre em produção e medir o resultado", afirma Luís Guimarães, cofundador da LTPlabs.
“O mundo está cada vez mais igual”, dizia-me alguém há uns dias, quando falávamos de viagens. Sim e não, disse na altura, e reitero aqui por escrito.












