Há um diagnóstico que se tornou muito comum entre quem acompanha de perto a transição energética em Portugal: o problema deixou de estar na definição de metas ambiciosas e passou a estar na execução.
Empresas e Start-Ups
Em 2025, aconteceu uma coisa silenciosa, mas determinante: as empresas dividiram-se em dois grupos. Não pelo sector, não pela dimensão, não pelo mercado. Dividiram-se pela forma como geriam as suas compras.
Lembro-me de há uns anos encontrar num evento um dos sócios com quem mais trabalhei em consultoria estratégica, já depois de ele ter passado para administrador de uma grande empresa.
O que a estrutura legal das multinacionais nos diz sobre controlo, capital e decisão. Seguindo a lógica encadeada dos dois últimos artigos, em que abordei a centralidade das grandes empresas e a fragilidade do mercado de capitais, partilho agora algumas reflexões sobre uma camada raramente discutida, mas decisiva: onde reside, de facto, o poder económico numa economia aberta, e o que Portugal precisa de fazer para o ter mais consigo.
Entrevista/ “O ensino superior vai tornar-se mais híbrido, mais flexível e mais centrado no estudante”
"O Programa PRR Inovação Pedagógica criou condições para que a inovação pedagógica deixasse de ser vista como algo periférico, opcional ou dependente apenas da vontade individual, e passasse a ocupar um lugar central na transformação estratégica do ensino superior português", explica Nuno Ricardo Oliveira, docente do ISEC Lisboa e responsável da Instituição junto do Centro de Excelência de Inovação Pedagógica em Cinema e Artes dos Media.
A inteligência artificial generativa deixou de ser um tema experimental. Em poucos anos, passou de prova de conceito a prioridade estratégica, alimentando investimentos significativos, expectativas elevadas de produtividade e uma nova corrida à transformação empresarial.
Nos últimos anos, tenho vivido grande parte da minha vida entre fábricas, produção, reuniões de projeto e operações industriais entre a Europa e a China. E, honestamente, quanto mais tempo passo dentro deste ambiente, mais percebo que os maiores problemas da indústria já não estão na tecnologia.
A escassez de talento tornou-se a explicação mais conveniente para os problemas de execução em projetos tecnológicos. Conveniente, mas muitas vezes incompleta.
Vivemos numa era obcecada por metas. Metas comerciais, de produtividade, de crescimento e de eficiência. Medimos praticamente tudo: indicadores, dashboards, planos e resultados.
"Crescer numa área tão competitiva e regulada não depende apenas de capacidade comercial, mas sim da capacidade de construir uma operação escalável sem perder qualidade. E foi nisso que a Twinkloo investiu", afirma Catarina Góis, diretora da rede de franchising da intermediária de crédito.
Há perigos que ninguém vê, mas que custam fortunas. As espécies exóticas invasoras custam ao mundo 423 mil milhões de dólares por ano, o equivalente a 1,3 vezes o PIB português. E ainda assim continuam fora do radar de alguns decisores empresariais e políticos.












