Os padrões de consumo estão a alterar-se de forma significativa. Em tempos de quarentena, onde o acesso aos produtos do dia a dia obrigou os consumidores a restrições e à procura das melhores opções, foram várias as empresas (muitas micro e desconhecidas) que souberam compreender o sentido de oportunidade de estar perto dos seus clientes.
Tudo mudou! No modo de vida, na dinâmica empresarial, na organização do trabalho e na interacção com os demais.
Não há meio de comunicação social que não aborde o novo surto viral do Covid19, vulgo coronavírus. Há uns em particular que dificilmente encontram outras temáticas de interesse público. Percebe-se o mediatismo e a necessidade de manter as populações informadas, mas já há quem fale em histeria.
Sem pretender ser futurista na análise de algumas tendências que afetam a atividade de marketing das empresas e que, consequentemente influenciarão o comportamento e ação dos consumidores, parece senso comum que o desenvolvimento da tecnologia irá dominar os mercados nos próximos anos.
Num balanço de 2019, é altura de fazer uma pequena análise de marketing às grandes potências mundiais dos dias de hoje, bem como perspetivar o que nos reservam os próximos anos nesta matéria.
O mundo digital vem criando inúmeras oportunidades a muitas empresas e marcas de se projetarem aquém e além-fronteiras, por força da globalização da internet.
Quando se enfrenta o desafio de criar valor para os clientes, o apelo à reflexão é uma necessidade e uma obrigação. Mas tal só pode ser feito se nos abstrairmos da presunção de que sabemos o caminho e de que faríamos melhor que todos os outros.
Já é indisfarçável que o tema central do futuro próximo das economias e comércio mundial vai girar em torno das relações bilaterais entre EUA e China, com a União Europeia em papel secundário. Alguns contornos dessa evolução já são conhecidos e muitos estarão por desbravar, naquilo que vai ser o nascimento de uma nova era tecnológica, pela proliferação do 5G.
A partida de Alexandre Soares dos Santos merece um tributo à sua memória e a tudo aquilo que foi capaz de construir, desde que, em 1996, tomou conta dos destinos da Jerónimo Martins, que havia nascido no Chiado em 1792.
Quando se fala dos temas de gestão, é comum dizer-se que a estratégia come tática todos os dias ao pequeno almoço, com o intuito de vincar a ideia de que primeiro se estuda, pensa e concebe uma ideia, transformada em decisão, para só depois a implementar, com base nos recursos disponíveis, capacidade de ação e criatividade.
A alteração do comportamento dos consumidores por via da digitalização de economia, obriga necessariamente à reaprendizagem das técnicas de comunicação mais eficazes para persuadir, argumentar e gerar valor.
A noção de estratégia tem evoluído com os tempos e, não raras vezes, é utilizada e pensada de forma errada. Não é por um ato de gestão ser importante ou por se refletir no médio e longo prazo (cujos horizontes temporais também são hoje questionáveis), que o mesmo se torna estratégico.
