Temos assistido a um conjunto de processos de fusão e de aquisição de empresas no domínio tecnológico, sabendo-se que a liderança mundial em todas as vertentes da área digital irá assegurar o protagonismo e a afirmação da liderança, nos mais variados setores de atividade.
Sempre que nos referimos aos B2B, é comum dizer-se que o marketing tem um papel secundário ou mesmo inexistente. Nada de mais errado!
A relevância que o marketing deve assumir na condução dos desígnios estratégicos das empresas, sobretudo em C-level, tem sido um tema em voga.
Muitos têm debatido sobre o conjunto de profissões que podem estar em causa em função do crescimento da inteligência artificial, sobretudo no campo da educação.
O marketing é a profissão do futuro! Entenda-se marketing na verdadeira aceção da palavra e que contempla as dimensões económica, humana, social e tecnológica com o objetivo de encontrar e desenvolver um conjunto de soluções que permitem otimizar a interação com clientes.
Muitas tentativas para otimizar a experiência do cliente, falham. A principal razão prende-se com o facto de ser difícil evidenciar aos líderes da empresa de que forma esse processo cria valor para o negócio.
Há duas fortes razões que explicam o facto de as empresas necessitarem reinventar os seus modelos de negócio, à medida que se adaptam a uma nova realidade competitiva.
As empresas preocupam-se, cada vez mais, com a forma de reforçar o seu grau de competitividade e conseguir ser percecionadas como distintas na sua diferenciação, seja no serviço, atendimento ou preço.
Ao longo de muitos anos de contacto com empresas de diferentes dimensões, realidades e setores de atividade, pude-me aperceber que o tema de marketing, não só não é pacífico, como também não é percecionado da mesma forma.
Imagine-se uma ida a um banco. O passado recente já antecipava poder tratar-se de um momento penoso de espera. A expetativa era alta, mas a necessidade concreta e a resiliência a isso obrigavam.
No domínio empresarial, um dos grandes desafios da atualidade, passa por conhecer mais e melhor o comportamento do mercado, da concorrência e dos clientes, por forma a estar mais perto de conseguir analisar corretamente toda a envolvente do negócio, perspetivar tendências e antecipar necessidades.
O TikTok está a transformar o modelo de negócio das redes sociais. A entrada da plataforma chinesa num mundo totalmente dominado por soluções norte-americanas criou uma lógica disruptiva que tem contribuído para colocar de lado um modelo ultrapassado de networking social.
