Vivemos tempos paradoxais. O tempo em que tudo está “ligado” — mas nem sempre estamos ligados uns aos outros.
Num mundo cada vez mais digitalizado e competitivo, os consumidores exigem experiências cada vez mais relevantes, fluidas e personalizadas. De facto, diversos estudos evidenciam que a grande maioria dos clientes, independentemente da faixa geracional ou económica, esperam interações adaptadas às suas preferências, pelo que a frustração aumenta quando tal não acontece.
Os influenciadores virtuais têm-se multiplicado, com exemplos como Lil Miquela ou Imma Gram. São figuras geradas por IA que vão acumulando milhares de seguidores que lhe reconhecem valor porque se adaptam ao seu figurino.
A Inteligência Artificial (IA) está a transformar profundamente a gestão das marcas, redefinindo a forma como estas se posicionam, ajustam a sua proposta de valor e interagem com os seus clientes.
No atual momento, existem cerca de 1 milhão de plataformas de inteligência artificial (IA) das mais variadas dimensões e especificidades, sendo que 50% são de origem chinesa. É neste registo que a Europa vem ocupando uma posição secundária, com a presença de apenas 8 empresas nas TOP 50 mundiais, com particular destaque para a Mistral.
Os clientes não separam o marketing do produto, porque eles representam o produto. Não separam o físico do online, porque o que lhe importa é avaliar a experiência.
São variados os estudos realizados sobre o comportamento de compra do novo consumidor, mas todos coincidem num ponto: registam-se mudanças de grande intensidade no que respeita ao panorama global do consumo.
Já todos percebemos que a Inteligência Artificial (IA) generativa interfere com os métodos de trabalho, criatividade, gestão de processos e até com a organização da empresa.
Apesar da China se constituir hoje como a segunda maior potência económica mundial, afirmando-se nos mais variados domínios setoriais, não só pela sua capacidade de produção, de financiamento, mas também de inovação, com a introdução de um significativo número de marcas que são bem-sucedidas à escala mundial, as notícias sobre projeções futuras não são tão animadoras.
Ainda hoje e em muitos contextos, há o entendimento que a marca é um elemento visual que identifica uma organização, produto ou serviço. Simplificando, trata-se de um logotipo, sobre o qual invariavelmente todos emitem uma opinião: mais moderno, menos inclinado, mais claro, menos artístico, outro. Leva-se para casa para alargar o fórum, partilha-se, comenta-se e elege-se o melhor ou o menos mau.
Não há Relatório e Contas que não mencione o foco da empresa na criação de valor para o cliente, enaltecendo assim um propósito que emana diretamente da sua proposta de valor da e dos seus desígnios estratégicos.
Começou mal e está a transformar-se num caso único. Há uma empresa à qual todas as grandes tecnológicas recorrem para se abastecerem de processadores gráficos rápidos e potentes, requisito exigido pela inteligência artificial, e que detém atualmente cerca de 90% do mercado mundial: é a NVidia.
