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Pedro Celeste

Pedro Celeste

Doutorado em Gestão pela Universidade Complutense de Madrid. Diplomado por Harvard Business School, INSEAD, MIT Management Sloan Management London Business School, Imperial College of London University of Virginia, Wharton School, Kellogg School of Management de Chicago e IESE Business School. Na Católica Lisbon School of Business & Economics é Diretor do Programa Avançado de Gestão para Executivos, da Pós Graduação em Marketing e Inovação, Sales Management and Brand Impact, Leading Pharma,  Programa Avançado em Gestão do Turismo e diversos cursos empresariais. Diretor Geral da PCA – Marketing & Sales Strategies e Membro do IMD World Competitiveness Center. Autor dos livros Marketing Performance, Estratégias de Marketing – Coletânea de Casos Portugueses e Comunicación Empresarial e do blogue Marketing Thoughts.

O posicionamento do marketing

Ao longo de muitos anos de contacto com empresas de diferentes dimensões, realidades e setores de atividade, pude-me aperceber que o tema de marketing, não só não é pacífico, como também não é percecionado da mesma forma.

Marketing Analytics: unir os pontos, alinhar a estratégia

No domínio empresarial, um dos grandes desafios da atualidade, passa por conhecer mais e melhor o comportamento do mercado, da concorrência e dos clientes, por forma a estar mais perto de conseguir analisar corretamente toda a envolvente do negócio, perspetivar tendências e antecipar necessidades.

Repensar as redes sociais: o efeito TikTok

O TikTok está a transformar o modelo de negócio das redes sociais. A entrada da plataforma chinesa num mundo totalmente dominado por soluções norte-americanas criou uma lógica disruptiva que tem contribuído para colocar de lado um modelo ultrapassado de networking social.

Influenciadores: tendências e méritos

O recurso a influenciadores de marcas tem conhecido um crescimento exponencial. Não por se tratar de uma novidade, uma vez que sempre houve líderes de opinião, fossem de âmbito nacional, regional ou setorial. Em boa verdade, os pais, professores e amigos mais chegados sempre assumiram esse papel na prática.

Sustentar o marketing sustentável

Antes de uma conferência sobre tendências de marketing para um grupo empresarial, um dos meus interlocutores solicitava-me: “por favor, mencione várias vezes a palavra sustentabilidade porque as pessoas são muito recetivas à ideia”.

Marketing Artificial: uma realidade

Num curto espaço de tempo ouvimos falar de inteligência artificial (IA) e sobretudo do Chat GPT, com uma intensidade e frequência tal, que já nos parece um tema comum e banal.

Rentabilidade v Competitividade: um lençol curto?

Quando se pergunta a CEO’s ou CMO’s de qualquer empresa sobre quais são os desafios mais determinantes para a criação de valor, as respostas parecem ter todas um denominador comum: o propósito de obter resultados com maximização do valor entregue ao mercado. Os exemplos mais enunciados são os seguintes: capacidade de diferenciação, desenvolvimento de mercados, modernização da oferta e superação da concorrência.

Conhecer os clientes para lá do óbvio

Sempre que nos debruçamos sobre as ferramentas de marketing e na forma como os clientes interagem com as marcas, é muito comum recorrermos a formatos estruturados e racionais, como se todo o processo de decisão dos clientes estivesse enquadrado num template.

Quando o maior ativo das marcas são as pessoas

Sabe-se pelas notícias recentes que as Big Tech acabam de despedir, em conjunto, cerca de 30.000 pessoas e prometem continuar esta estratégia em 2023. Com a recente tomada de poder no Twitter, Elon Musk tomou a dianteira neste domínio, seguindo-se-lhes o Facebook e Amazon como os mais expressivos na redução de ativos. Mas o rol continua se mencionarmos a HP, Netflix, Microsoft ou Shopify.

Compras digitais mais sociais

A proliferação da dinâmica digital das empresas e das suas marcas, associada a um crescente envolvimento dos consumidores na relação com as mesmas, tem contribuído significativamente para que muitas plataformas de redes sociais tenham caminhado no sentido de também elas representarem pontos de venda.

“Ir às compras”: da conveniência à exigência

No equilíbrio entre a evolução tecnológica e a lógica de consumo, verifica-se um crescente grau de importância do consumidor sobre o poder dos retalhistas. Ora porque têm cada vez mais alternativas locais que são muito competitivas, ora porque acedem a inúmeras soluções online, a par de aplicações que permitem comparativos imediatos.