Neste semestre letivo acabei de lecionar a última matéria relativa à disciplina de Microeconomia 2, cujo tema foi a assimetria de informação. Para quem é leigo na matéria, ela não tem relevância nenhuma, mas para os estudiosos é algo muito interessante e que aplicamos no dia a dia, às vezes sem saber.
No último artigo descrevi um acontecimento que surpreendeu pela negativa, ao mostrar como, às vezes, colocamos paixões individuais acima da vida humana, e o mesmo se passa ao nível das organizações.
A parábola do bom samaritano descrita na bíblia visa ensinar sobre o amor ao próximo, principalmente, quando se trata de quem precisa.
Tecnologia na liderança das pessoas? AI, AI, AI, (Artificial Intelligence ou Inteligência Artificial). Para a McKinsey Technology Council, a AI generativa entrou, em 2023, no grupo das tendências tecnológicas e já mostrou potencial para o impacto transformador nos negócios.
Eu gosto muito das árvores. Era com esta frase que terminávamos todas as redações (atualmente julgo que se diz composição) sobre as árvores quando éramos alunos do ensino primário, aliás a frase "Eu gosto muito de" era a última frase em todas as redações.
Em dezembro de 2018 escrevia sobre liderança, empreendedorismo e empresariado, em que mencionava três caraterísticas de três líderes empresariais que nos marcaram desde os tempos de estudante de Gestão até aos dias de hoje: relacionamento interpessoal; visão estratégica do negócio e capacidade de influenciação indireta.
No início de cada ano civil, geralmente as pessoas estabelecem metas e objetivos sobre o que esperam conseguir com o novo ano. Nas organizações esta prática faz parte do processo de planeamento anual que deve ficar completo no quarto trimestre do ano anterior.
O mercado dos EUA é, sem dúvida, um amplo campo de formulação, experimentação e confirmação de teorias em várias áreas da sociedade.
Deus fez do arrependimento a virtude dos mortais (Voltaire). Não restam dúvidas, tal como temos estado a escrever, ainda não conhecemos na sua totalidade, as consequências e sequelas da pandemia da Covid-19 nos vários aspetos da vida em sociedade.
Há dois meses escrevia que a grande demissão tinha sido produto da pandemia mas tinha sido potenciada por três fatores, entre os quais o fator económico, na medida em que, em fases de crescimento económico, a tendência dos trabalhadores, em mercados flexíveis como nos EUA, é demitirem-se para poderem procurar novos empregos com salários mais elevados.
O vínculo organizacional. A pandemia vai-nos deixando dois legados: o trabalho remoto ao nível mundial e a grande demissão nos Estados Unidos (EUA). Ambos os fenómenos estão relacionados com a natureza do vínculo entre os colaboradores e as instituições.
"Se uma parte do corpo sofre, todas as outras sofrem com ela. Se uma é elogiada, todas as outras se alegram com ela". Primeira carta aos Coríntios, 12:26.
