É costume de um tolo, quando erra, queixar-se dos outros. É costume de um sábio queixar-se de si mesmo. Sócrates.
“O mito da liderança mais perigoso é que os líderes nascem assim – que existe um fator genético para a liderança. Isso é um absurdo; na verdade, a verdade é o oposto. Os líderes são feitos, em vez de nascidos” – Warren Bennis.
Consta que perguntaram a Gandhi “ o que destrói um ser humano”, pelo que ele respondeu: “A Política, sem princípios; o Prazer, sem compromisso; a Riqueza, sem trabalho; a Sabedoria, sem caráter; os negócios, sem moral; a Ciência, sem humanidade; a Oração, sem caridade.”
Caro líder, a teoria sobre o estilo de liderança que aprendeu nos bancos da faculdade pode já não encontrar campo prático e adequado para ser aplicada.
Hoje tenho uma questão que gostaria de colocar e que pode ser disruptiva. Já não há como não reconhecer que a tecnologia determina mudanças, revoluções e disrupções nas organizações e na sociedade.
No ano passado comprei um portátil com um processador Intel Core i5, o que satisfaz as minhas necessidades enquanto utilizador. Mas quem não ficou muito convencido foi o meu filho, pertencente à geração conectada, pois para ele eu deveria ter comprado um Core i7, por ter maior velocidade de processamento. Para quem não está familiarizado, o processador Core i5 está entre o Core i3 e o Core i7, portanto com uma velocidade razoável.
A vida é uma sequência de tomada de decisões. Parece óbvio. Todos os dias, a todos os níveis, todos tomam decisões, de forma consciente e deliberada ou de forma inconsciente, por imposição externa ou não. Desde a criança que tem que decidir tomar a sopa se quiser jogar no tablet, até ao mais alto dirigente de uma empresa ou país que tem que decidir que tipo de orçamento deve apresentar, todos decidem (ou deveriam).
Quem é da geração X ainda se lembra do ruído característico do modem de 56 Kbps analógico (para quem não se lembra basta fazer uma pesquisa na web), ao se conectar ao servidor do provedor de acesso à internet. Deve lembrar-se de que não bastava ligar o computador “desktop” para se ter o acesso. Tinha que se discar o acesso – dial up.
De repente (ou não), já estamos à porta da quarta revolução industrial. A Indústria 4.0, segundo as várias definições disponíveis, é o termo que engloba tecnologias para automação e troca de dados, e facilita a visão e execução de fábricas inteligentes (wikipedia).
