Foi alcançado esta semana um acordo político provisório entre o Parlamento Europeu e o Conselho sobre a Reserva de Talentos da União Europeia.
Entre as funções mais procuradas estão operadores de logística, atendimento ao cliente e reposição.
A questão da personalização do trabalho, baseada na ideia de que “o trabalho não é mais um lugar aonde se vai, e sim algo que se faz” (1), tem historicamente raízes que remontam às primeiras décadas do século XX e, atualmente, tem um grande reforço e generalização com os modelos de competências, como ilustra uma famosa expressão de Philippe Zarifian, quando propõe que “as competências fazem retornar o sentido do trabalho ao trabalhador” (2).
O novo estudo da Michael Page sobre as tendências de emprego para 2026 revela que a procura por talento qualificado continua a superar a oferta, num mercado marcado pela transformação digital, pela inteligência artificial e pela valorização do bem-estar e da flexibilidade.
O “OSH Pulse 2025 – Mental health and digitalisation at work” analisou o mercado português e obteve alguns insights sobre o estado da segurança e saúde ocupacional (SST) nacionais na era das mudanças climáticas e digitais.
Há momentos em que a vida nos pede silêncio. Não aquele que vem da falta de palavras, mas o que nasce da necessidade de escutar o que a voz interior tem para nos dizer. Este meu período sabático trouxe-me algo que não cabe num currículo: tempo. Descansei e dormi quanto quis. Quase não li nem escrevi. Almocei vezes sem conta com vista para o mar. E corri, nadei e pedalei 1.200kms que marcam, simbolicamente, esta etapa da minha vida, agora terminada.
Tecnologia, energia, saúde, dados e logística estão entre os setores com maior procura de talento especializado, exigindo novas competências e estratégias de requalificação, diz Adecco.
“Falamos tanto dos trabalhadores que adoecem como das pessoas com doenças mentais que trabalham.” É com esta visão integradora que os psiquiatras Afonso Gouveia e Pedro Moura, coordenadores do livro “Saúde Mental e o Trabalho”, lançado pela LIDEL, desafiam gestores, profissionais de saúde e decisores a olharem para o local de trabalho como um espaço que tanto pode proteger como fragilizar a mente humana.
A felicidade no trabalho deixou de ser luxo para passar a ser uma vantagem competitiva. Segundo vários estudos, empresas que cuidam do bem-estar dos colaboradores ganham mais produtividade, inovação e lealdade — e transformam cada sorriso em resultados concretos para o seu negócio.
Vivemos um momento em que a tecnologia deixou de ser apenas uma ferramenta de produtividade para se tornar um agente de transformação profunda.
A ACT e a ULS do Alto Ave promovem a 12 de novembro o 4.º Congresso de Segurança e Saúde Ocupacional do Vale do Ave, em Guimarães. A iniciativa irá debater os desafios da era digital.
A adoção da inteligência artificial melhora a produtividade, mas o burnout, as dificuldades económicas e os desafios do modelo de trabalho afetam os resultados das vendas, destaca o "State of Sales 2025".
















