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Foto. Tiago Rodrigues

O valor do tempo

Na vida e na gestão, o tempo é o recurso mais escasso. O dinheiro pode ser recuperado, o conhecimento adquirido e os negócios reconstruídos. O tempo, esse, apenas pode ser bem utilizado. Passamos anos a gerir dinheiro, carreiras e património. Creio que poucos dedicam o mesmo cuidado à gestão do único ativo que nunca poderá ser substituído: o tempo.
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Adaptabilidade como vantagem competitiva

A experiência profissional em diversas geografias ensinou-me que num contexto global, a competência técnica é apenas o ponto de partida. A eficácia depende também da capacidade de compreendermos e nos adaptarmos a diferentes realidades organizacionais e culturais.
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Quando o capital e a gestão não andam ao mesmo ritmo

Nem todos os desalinhamentos nas empresas resultam de interesses divergentes. Há um fator mais subtil, e frequentemente ignorado, que pode comprometer decisões, atrasar investimentos e gerar frustração: a diferença no nível de sofisticação e velocidade de execução entre acionistas e equipas de gestão. Um tema discreto, mas crítico, na criação (ou destruição) de valor.
Foto. Tiago Rodrigues

A linha invisível da gestão

Um dos maiores desafios da gestão passa por entender o ponto ótimo de exigência de uma determinada pessoa ou equipa. Gerir não é exigir muito nem pouco, é sim exigir na medida certa e, à falta de melhor critério, o que contribua para o crescimento de uma pessoa, equipa ou organização.
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Uma aventura, várias histórias e lições

Do Tejo ao Guadiana, pai e filho, 500 quilómetros a pedalar e muitas histórias para contar. Porque as verdadeiras viagens não se medem em quilómetros, mas em memórias partilhadas – nem servem apenas para chegar a um destino, mas para descobrir o caminho.
Foto. Tiago Rodrigues

1.200 kms depois

Há momentos em que a vida nos pede silêncio. Não aquele que vem da falta de palavras, mas o que nasce da necessidade de escutar o que a voz interior tem para nos dizer. Este meu período sabático trouxe-me algo que não cabe num currículo: tempo. Descansei e dormi quanto quis. Quase não li nem escrevi. Almocei vezes sem conta com vista para o mar. E corri, nadei e pedalei 1.200kms que marcam, simbolicamente, esta etapa da minha vida, agora terminada.

Foto. Tiago Rodrigues

As aparências iludem

Muitas vezes julgamos uma pessoa, organização ou evento com base no que vemos no imediato, mas o que está à superfície nem sempre reflete a realidade. Mas as aparências iludem. Também na minha carreira, por diversas vezes, as aparências me iludiram.
Foto. Tiago Rodrigues

“Work-life-balance”: um conceito dinâmico e evolutivo

O “work-life balance” não é uma fórmula rígida e imutável, antes dinâmica e evolutiva, na medida em que as nossas necessidades e prioridades mudam ao longo da vida. Houve momentos ou períodos da minha vida/carreira em que o meu foco esteve maioritariamente alocado a assuntos de natureza pessoal, contrastando com outros em que me dediquei, quase em exclusivo, a atividades profissionais, algo que me parece aceitável.
Foto. Tiago Rodrigues

Portugal a arder: inevitável ou inaceitável?

Portugal voltou recentemente a ser devastado por centenas de incêndios, que avançaram sem tréguas na zona Norte do país. Os incêndios são, infelizmente, inevitáveis, mas parte das suas consequências parecem-me inaceitáveis. Tanto mais inaceitáveis, quanto mais controláveis ou gerenciáveis as causas ou os motivos que os possam ter originado.
Foto. Tiago Rodrigues

De Estagiário a CEO: reflexões de uma jornada

25 anos após o meu estágio de início de carreira, quis o destino que ascendesse à posição de CEO. Aqui chegado, partilho algumas breves reflexões sobre a minha jornada, incluindo a importância de manter o foco e a determinação, ou o que considero ser o verdadeiro “ás de trunfo” numa carreira, ou como usar botões de punho ou cozer botões não nos torna pessoas diferentes.
Foto. Tiago Rodrigues

O “voo” das novas gerações

Carta a um filho: “Uma parte da geração dos teus avós emigrou para fugir à miséria. Quando terminares o teu curso, se tiveres de partir, fá-lo com alegria e determinação, não como um castigo, mas antes como mais uma oportunidade de crescimento na tua vida, para mais tarde regressares e contribuíres para um Portugal mais desenvolvido, próspero e competitivo não apenas para a tua geração, mas também para a dos teus futuros filhos.”
Foto. Tiago Rodrigues

Quando a confiança se sobrepõe à competência

Governar um país é, a meu ver, uma das funções mais nobres, mas também mais complexas, difíceis e desgastantes que alguém pode desempenhar. Atrair mais pessoas competentes, sofisticadas, com “mundo” e experiência diferenciada parece-me fundamental para o seu sucesso.