Start-up brasileira Nama abrirá parte do seu código para a criação de uma ferramenta open source que ajude as empresas a construírem os seus próprios bots inteligentes.
Start-ups portuguesas desenvolveram um caderno ideal para os mais sonhadores, que promete ajudar a realizar sonhos de crianças neste Natal.
Numa das minhas últimas viagens, estava sentado num banco no Aeroporto de Orly, em Paris. O meu voo estava atrasado cerca de 3h00. Olhei à minha volta e comecei a descrever mentalmente os viajantes do mundo:
Cerca de 2,5 mil milhões de euros foi o total de investimento captado por start-ups focadas na área dos seguros em 2015, segundo a CB Insights.
Plataforma online que estrutura informação proveniente de diversas fontes de dados foi a grande vencedora da edição de 2016 das TEC Talks – BrainFusion 2016.
De repente (ou não), já estamos à porta da quarta revolução industrial. A Indústria 4.0, segundo as várias definições disponíveis, é o termo que engloba tecnologias para automação e troca de dados, e facilita a visão e execução de fábricas inteligentes (wikipedia).
O “Love Index” da Accenture Digital acaba de revelar, neste mês de novembro, quais as marcas mais apaixonantes para os consumidores, num estudo realizado a cada 2 anos e que atravessa vários países. E o resultado traz para o TOP5: Netflix, Apple, Google, Microsoft e YouTube.
Estamos, sem dúvida, na era das start-ups. Portugal já não se afirma apenas como um bom lugar para os portugueses lançarem o seu negócio, mas é também, e cada vez mais, um país capaz de atrair investimento internacional e de criar um ecossistema empreendedor.
Hole 19 e Racoon vencem primeira edição dos Aptoide App Awards.
O ator e empreendedor norte-americano Joseph Gordon-Levitt afirmou hoje, no arranque da Web Summit, em Lisboa, que a próxima geração irá utilizar a tecnologia e a Internet não para socializar, mas para criar e trabalhar em conjunto.
Porter procura investidor para tornar app que controla todas as chaves e keycards de acesso a espaços num produto escalável. Entre os planos da empresa encontra-se a disponibilização de uma primeira versão mais robusta e vendável do produto no início do próximo ano.
Quem o diz é o The Guardian, à luz dos esperados 50 mil participantes no Web Summit, que se mudou para Lisboa pelos próximos três anos.

















