A população mundial está a envelhecer e à volta disso abre-se todo um mundo de novas oportunidades empresariais. E as start-ups estão a impulsionar a inovação neste setor. Veja alguns exemplos.
A 6.ª edição do European Startup Prize for Mobility já está em marcha. O processo de candidaturas está a decorrer e podem participar start-ups na área da mobilidade.
As oito start-ups têm 282 colaboradores, já captaram mais de 11 milhões de euros em investimento e têm uma receita anual combinada de 18 milhões de euros.
Os interessados podem candidatar-se até 31 de março de 2025 e os finalistas terão a oportunidade de apresentar as suas propostas no Dia de Demonstração do Turismo da ONU: Aventuras tecnológicas do Turismo da ONU, no final de 2025.
No Brasil, atualmente, eficiência é a palavra do momento. Para os VCs é importante que suas start-ups cresçam, mas, mais importante ainda é que possuam eficiência na gestão dos recursos e crescimento acima da média do mercado.
Portugal conta já com perto de 5.000 start-ups, que representam um volume de negócios combinado de 2.602 milhões de euros e 1,4% do total das exportações nacionais em 2023.
No atual cenário de start-ups hipercompetitivas, o produto ou tecnologia de uma empresa por si só nem sempre é suficiente para se destacar. Com novas ideias surgindo todos os dias e consumidores bombardeados com um fluxo constante de informações, o mercado está mais saturado do que nunca.
As candidaturas estão abertas até dia 11 de dezembro, mas só apenas os primeiros 30 candidatos serão considerados válidos. Os três melhores recebem um prémio de 5 mil euros cada e passe para o Web Summit 2025.
A Universidade Católica Portuguesa, a Universidade de Lisboa e a Universidade do Porto são as três instituições de ensino superior com mais empreendedores. Face a 2023, o número de alumni founders aumentou por instituição de ensino.
As start-ups portuguesas Iplexmed e a Nitrogen Sensing Solutions (NS2) arrecadaram o primeiro e terceiro lugares, respetivamente, na competição 929 Challenge, em Macau.
A presidente do FEI, Marjut Falkstedt, fez o anúncio da alocação destas verbas para os fundos de capital de risco Armilar, Faber e 33N.
Saúde e bem-estar, ecommerce, recrutamento ou marketing digital, entre outras, são algumas das áreas de atuação das cerca de 15 start-ups que vão marcar presença na Web Summit.
















