O Barómetro CIP/ISEG antecipa uma moderação do crescimento económico na segunda metade de 2026, apesar de apontar para uma possível revisão em alta do crescimento anual.
Durante anos ouvimos que Portugal estava a convergir com a Europa. O PIB crescia, o desemprego diminuía, as exportações batiam recordes e a economia parecia caminhar na direcção certa. Nada disto era falso. Mas talvez não fosse toda a verdade.
Costuma dizer-se que existem três espécies de mentiras: as mentiras, as mentiras sagradas e as estatísticas. A frase atravessou gerações não porque as estatísticas mintam, mas porque existe uma tentação antiga, e profundamente humana, de lhes atribuir uma autoridade que nunca podem ter por inteiro.
Um estudo conjunto da Deloitte e da Circle Economy revela que uma estimativa inicial de 25,4 biliões de euros é perdida todos os anos devido a práticas de economia linear, o equivalente a quase um terço do PIB.
O impacto de fenómenos climáticos extremos e da escalada do conflito no Golfo Pérsico está a pressionar a economia portuguesa, com o PIB a registar variação nula no primeiro trimestre e sinais de perda de competitividade das empresas, segundo o novo Barómetro de Conjuntura Económica CIP/ISEG.
Pela primeira vez desde 2011, Portugal tem rating A- nas três principais agências de notação financeira do mundo: Standard & Poor’s, Moody’s e Fitch.
Não há segredos sobre as razões que explicam o atraso nacional. O que existe são hesitações sobre o que fazer para corrigir esse atraso. A campanha eleitoral para as eleições de dia 10 de março é um bom exemplo.
O ano 2024 ficará marcado por eleições. Depois dos Açores, entramos num período de pré-eleições legislativas. Eleições antecipadas que chegam numa altura em que os efeitos da inflação, da guerra e os resquícios da pandemia, ainda impactam a vida dos portugueses.
Em três anos, a Nova SBE quer impactar positivamente a economia nacional, contribuindo para um crescimento de 2% do PIB. Para isso lançou um novo programa de formação e capacitação de gestores.
O primeiro semestre deste ano não foi isento de turbulências e tudo indica que a segunda parte do ano será também marcada pela incerteza.
4,9 mil milhões de euros, o equivalente a 2,4% do PIB português, foi o valor económico gerado pela atividade do ecossistema da Microsoft Portugal no último ano, conclui o estudo da Ernest & Young (EY), divulgado hoje.
Em 2022, o défice da balança comercial atingiu os 30.783 milhões de euros. Trata-se do valor mais elevado desde que há registos e é explicado pelo facto de as importações de bens terem crescido 31,2%, enquanto as exportações subiram apenas 23,1%.
















