O novo programa Mastercard For Fintechs pretende apoiar o crescimento das fintechs, através de uma competição europeia que está aberta também a soluções desenvolvidas em Portugal. A vencedora ganha um prémio final de 50 mil euros.
Entrevista/ “As fintech precisam de continuar a inovar, a oferecer soluções eficazes e experiências seamless”
"Durante a primeira edição do Visa Innovation Program Europe, foram apresentadas as fintech selecionadas a quase 90 parceiros e já estão a ser exploradas 25 parcerias. Estes números refletem o espírito do programa, que liga o ecossistema das fintech aos clientes e parceiros da Visa", revelou Gonçalo Santos Lopes, Country Manager da Visa em Portugal, em entrevista ao Link to Leaders.
Os consumidores podem pagar as suas compras através do reconhecimento de impressão digital da mão. A tecnologia está a ser desenvolvida pela Tencent.
"Temos de continuar a progredir sempre, a acompanhar as mudanças ou até a antecipá-las". Esta é a estratégia da Shift4 na prossecução da sua atividade enquanto especialista em tecnologia de pagamentos integrados. Taylor Lauber, presidente e Chief Strategy Officer, explicou ao Link to Leaders as ambições da empresa, agora que integrou a Finaro.
A nova funcionalidade resulta de uma parceria entre a Payhawk e a Wise Platform e permite aos clientes efetuarem transferências em mais de 50 moedas e em mais de 160 países.
Um em cada quatro portugueses pediu dinheiro emprestado para pagar contas nos últimos 6 meses, revela um novo estudo da Intrum.
Chama-se Revolut Reader e apresenta-se como um leitor de cartões para pequenas e grandes empresas, bem como para freelancers e profissionais independentes. Foi lançado na Irlanda e no Reino Unido em 2022, e está agora a ser implementado noutros países da Europa.
A fintech dinamarquesa passa a contar com um escritório maior em Lisboa, com capacidade para 300 pessoas. O objetivo é "responder ao forte e rápido crescimento registado no mercado nacional, fundamental para a sua estratégia de expansão".
A Comissão Europeia propôs um regulamento que limita a um máximo de 30 dias os pagamentos às empresas, tornando assim mais assertiva a diretiva sobre esta matéria atualmente em vigor.
Governo e setor público, energia e transportes são os piores pagadores em Portugal. Estes setores demoram 72 e 62 dias a efetuar pagamentos a fornecedores, segundo estudo recente da Intrum.
Uma análise da Klarna conclui que 79% dos portugueses tem interesse no tema finanças pessoais, mas que 52% não se sente bem a falar sobre o assunto.
As empresas europeias passam mais de um quarto do ano de trabalho atrás de pagamentos em atraso, o que pode custar 275 mil milhões de euros, segundo estudo da Intrum.

















