Em tempos de grande incerteza e inquietação em relação ao futuro, mantermo-nos focados e produtivos é não só a melhor forma de superarmos os sentimentos de ansiedade no presente como também a melhor estratégia para prepararmos esse futuro que, mais cedo ou mais tarde, seguramente virá.
Desde os “idos” de 1980, época em que os robôs começaram a ser introduzidos nas grandes empresas industriais para realizarem tarefas “únicas e pesadas, como soldagem, pintura a spray ou montagem”, os progressos da robótica e da Inteligência Artificial têm vindo a registar um tal desenvolvimento e aceleração que as preocupações se centram hoje cada vez mais nos seus impactos na natureza do trabalho.
A literatura sobre liderança vem enfatizando que a principal alavanca da eficácia de um líder é a sua “credibilidade”. Kouzes & Posner (2003), assinalam mesmo que qualquer líder deveria fazer um “check-up de credibilidade”, antes de se abalançar a uma intervenção profunda na sua organização, como forma de garantir uma maior probabilidade de sucesso nessa intervenção.
Quando refletimos sobre liderança e os seus desígnios torna-se evidente que só faz sentido falar em líderes no pressuposto da existência de quem o não é.
Sejamos claros: a existência de pessoas tóxicas é uma realidade omnipresente na vida das organizações.
Uma característica distintiva dos líderes, mais do que a simples acumulação de situações de sucesso, é o modo como conseguem enfrentar e superar os fracassos.
Por estranho que possa parecer, “ser ou não ser” produtivo, continua a ser “a questão”.
As condições específicas decorrentes do que tem vindo a ser designado por Indústria 4.0 convocam as sociedades, as empresas, as organizações em geral e as pessoas, individualmente consideradas, para uma nova postura na relação com o trabalho.
Um dos aspetos muito positivos das teorias e modelos modernos de gestão é a valorização de virtudes humanas como a confiança, a paixão, a entrega, a autossuperação, entre outras, como alguns dos atributos fundamentais da excelência.
No diverso e muito variado vocabulário associada à liderança, encontramos com frequência a ideia de que liderar é fazer qualquer coisa “pelos” outros.







