Início Posts tagged Mário Ceitil (Página 2)

A irrealidade do real

Numa época de impressionantes avanços tecnológicos, onde a “realidade do real” se vai cada vez mais confundindo com um complexo e muito diversificado “jogo de máscaras”, a questão que preocupa as pessoas (e não a geração “baby boomers”) já não é o “nada ser como dantes”; a questão verdadeiramente inquietante é a de que “já nada é como parece ser”.

Pensar sobre o sentir

Qual é a principal competência emocional que um líder deve ter? Esta pergunta tem-me sido colocada inúmeras vezes, em aulas e workshops que tenho entregado sobre o tema da Inteligência Emocional.

A carreira profissional como uma sequência de crises

Os seres humanos têm, em geral, um medo visceral do desconhecido, razão pela qual a incerteza, a ambiguidade e mesmo a dúvida persistente, podem gerar sentimentos de inquietação, ansiedade e stresse que ativam certas zonas do cérebro que nos impelem a ter atitudes reativas, cujas modalidades variam de acordo com a intensidade e a frequência dos sentimentos experimentados.

“Longe da vista, longe do coração” – Mas será sempre assim?

O velho ditado que dá título a este texto, muito conhecido de todos, expressa bem uma crença tradicional sobre as relações humanas, segundo a qual a proximidade física e a proximidade emocional andam necessariamente de mãos dadas, sendo que uma, a proximidade emocional, está intrinsecamente dependente da outra.

Competir em humanidade – A nova fórmula do sucesso

As últimas décadas têm sido marcadas por profundas mudanças na gestão estratégica das empresas e organizações, particularmente no que respeita aos modelos que têm servido de base à definição dos eixos orientadores das estratégias de competitividade.

Atratividade: Uma questão numérica?

Se é verdade que a ideia de “ter um emprego à vida” vai entrando cada vez mais em desuso nas dinâmicas do mercado de trabalho, também é verdade que, em certos discursos e práticas de recrutamento que por aí vamos tendo, se vai insinuando uma certa visão um pouco extremista e redutora da posição contrária: ou seja, a de que em vez de “ter um emprego à vida”, o que é bom é “ter muitos empregos numa vida”.

Atratividade: Uma questão numérica?

Se é verdade que a ideia de “ter um emprego à vida” vai entrando cada vez mais em desuso nas dinâmicas do mercado de trabalho, também é verdade que, em certos discursos e práticas de recrutamento que por aí vamos tendo, se vai insinuando uma certa visão um pouco extremista e redutora da posição contrária: ou seja, a de que em vez de “ter um emprego à vida”, o que é bom é “ter muitos empregos numa vida”.

Um novo “people challenge”

Com as profundas convulsões do mundo atual, que têm gerado frequentemente realidades não lineares e incompreensíveis, muito se tem discutido sobre as implicações desta nova (des)ordem social nos comportamentos das pessoas, nos seus modos de sentir e nos seus modos de agir.