Quem é da geração X ainda se lembra do ruído característico do modem de 56 Kbps analógico (para quem não se lembra basta fazer uma pesquisa na web), ao se conectar ao servidor do provedor de acesso à internet. Deve lembrar-se de que não bastava ligar o computador “desktop” para se ter o acesso. Tinha que se discar o acesso – dial up.
Nos dias que correm o tempo parece ser sempre escasso para o muito que há a fazer. A agenda acumula e entra-se facilmente numa desorganização pessoal e profissional.
Humor na Liderança foi o tema do mais recente evento do GRACE, desafiando os representantes das empresas associadas a refletir sobre a relevância de adotar uma estratégia que incorpore ingredientes de humor na atuação do gestor.
Em março de 2005, lançamo-nos numa aventura editorial: a de publicarmos um livro que fosse o “dois em um” (Cartas ao Futuro - Um Exercício de Cidadania, Editora Monitor).
Ao chegar a 2017 e observar a realidade internacional, torna-se difícil não incluir na gestão de risco, nacional e/ou empresarial, a possibilidade de um conflito alargado, com contornos de escala mundial.
Se há uma lição de gestão recorrente para todos os que são empreendedores ou ocupam cargos de direção, essa passa, sem dúvida, pela importância da resiliência no nosso dia-a-dia, da capacidade que temos de lidar com as adversidades profissionais e pessoais, ultrapassando-as através de foco e determinação, com vista à procura do sucesso.
Por vezes, batizar um negócio é mais difícil do que dar o nome a um filho. Já pensou como o nome do seu negócio pode condicionar o potencial de sucesso da sua ideia?
Todos viramos o ano a pensar numa mudança qualquer. Que o bom se mantenha, mas que o menos bom se altere. Somos insaciáveis por mais. Insatisfeitos por natureza. O que é excelente. Caso contrário, como andaríamos em frente? Mas, tipicamente, focamo-nos demasiado nos resultados e demasiado pouco no processo da mudança.
Passado quase um mês desde a vitória da quarta Bola de Ouro pelo “nosso” Cristiano Ronaldo, chego à conclusão de que existem na vida dois tipos de pessoas de sucesso: os Messis que nascem com uma capacidade inata para se destacar, e os Ronaldos que, não a tendo de forma tão natural, mostram que, com dedicação e esforço, conseguem alcançar e superar as mesmas metas.
Precisamos de envelhecer o mais lentamente possível, para garantir a nossa qualidade de vida e a daqueles que nos rodeiam. Mas não só!
Em todas as empresas em que trabalhei e estudei, havia sempre pessoas que eram uma doçura no Facebook e no Instagram. A timeline destas pessoas é uma sequência de fotos com amigos, filhos e coelhinhos de peluche daqueles bem fofinhos.
Liderança no feminino ganha margem no conhecido ranking Fortune 500 CEO, estando já assegurada uma percentagem acima da dos anos anteriores.

















