É da natureza humana o sentimento de pertença. Se sentirmos que pertencemos a uma equipa e que esta cuida de nós, enquanto indivíduo e profissional, estaremos muito mais motivados a dar mais de nós diariamente. Cuidar dá significado ao nosso trabalho, à nossa existência enquanto pessoas e cria paixão pelo que fazemos pela nossa equipa.
A Declaração Universal dos Direitos do Homem prevê e estatui no seu Artigo 1° que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”[1]
Causar um impacto positivo sobre sócios, acionistas, colaboradores e clientes pode ser determinante para alcançar do sucesso. Eis 12 técnicas mentais que o ajudarão a ser mais influente.
“Pessoa íntegra é alguém cujos comportamentos e acções demonstram rectidão e honestidade.”
Saber que palavras usar pode fazer toda a diferença entre uma comunicação profissional bem sucedida ou um enorme mal-entendido.
Brian Wong fez a sua própria fortuna. Graduado aos 18 anos, o CEO e fundador da Kiip, com 20 milhões de dólares de lucros previstos para este ano, partilha neste livro o que considera ser o código para o sucesso.
Embora lhe possa parecer que tudo corre bem, há pequenos sinais que lhe permitem fazer o diagnóstico à saúde da empresa. Há quanto tempo não faz um check-up ao seu negócio?
Na Singularity University, em Silicon Valley criada em 2009, não há títulos, certificações nem créditos, mas apenas um objetivo: formar os líderes que darão resposta aos chamados 12 grandes desafios da humanidade num prazo não superior a 20 anos.
Nos últimos tempos, a sustentabilidade empresarial tem estado na ordem do dia. Apesar das empresas serem criadas no pressuposto de terem vida infinita, a verdade é que a competitividade nos negócios e a volatilidade dos mercados tem tornado o futuro das empresas cada vez mais incerto.
No mundo atual, a vida e, em particular, a gestão das empresas está cheia de contradições.
Hoje tenho uma questão que gostaria de colocar e que pode ser disruptiva. Já não há como não reconhecer que a tecnologia determina mudanças, revoluções e disrupções nas organizações e na sociedade.

















