Persiste a ideia de que liderança, marketing e estratégia são áreas separadas. Na prática, são dimensões inseparáveis da mesma realidade.
Compreender o contexto das pessoas não significa abdicar da responsabilidade. Há uma confusão perigosa em muitas organizações: chamar empatia ao que, muitas vezes, é apenas desconforto em liderar.
Ao longo dos últimos anos, escrevi várias vezes sobre cultura, trabalho remoto, identidade, adaptação e sobre a forma como viajar nos obriga a olhar o mundo de maneira diferente.
A 10.ª edição da Leadership Summit Portugal realiza-se a 24 de setembro, no Casino Estoril, sob o tema “After Tomorrow - Leading the New Era of Mind, Machine and Meaning”. Um painel de oradores nacionais e internacionais irão debater os desafios da liderança numa nova era. Os bilhetes Early Bird já estão disponíveis.
O Change Summit vai reunir, no próximo dia 28 de maio, no Corinthia Lisbon, em Lisboa, alguns dos protagonistas que estão na linha da frente da mudança nas organizações.
A ciência mostra que colaboradores com sentido de propósito trabalham melhor, sentem-se mais ligados e permanecem mais tempo nas organizações.
Quando se fala de crescimento, estratégia ou performance, a tendência é olhar para planos, objetivos e indicadores. No entanto, há um fator muito mais determinante e frequentemente subestimado que define a velocidade a que uma empresa avança: a sua cultura.
A tensão no estreito de Ormuz traz novamente ao mundo uma verdade antiga: basta um estrangulamento na energia para toda a economia tremer.
Nos próximos dois anos, 65% das empresas esperam que entre 11% e 30% da sua força de trabalho seja reafectada ou requalificada devido à IA, revela novo estudo da Mercer.
Um dos mais influentes autores mundiais e teórico sobre questões relacionadas com a gestão, Peter Drucker, disse uma vez que a grande diferença entre gerir e liderar residia no facto de gerir ser o fazer as coisas da forma certa, enquanto liderar seria fazer as coisas certas.
Nas organizações, as conversas difíceis continuam a ser adiadas. Feedback corretivo, conflitos latentes, desalinhamentos de expetativas ou comportamentos inadequados são temas que muitos líderes preferem contornar. No entanto, o verdadeiro problema não está na conversa em si, mas sim na sua evasão.

















