Durante décadas acreditámos que a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres era um caminho praticamente consolidado. As mulheres conquistaram espaço nas universidades, entraram em setores tradicionalmente masculinos, assumiram cargos de liderança e demonstraram, todos os dias, que competência, mérito e capacidade de decisão não têm género. Mas estaremos, afinal, a assistir ao encerramento das portas que julgávamos definitivamente abertas, estamos a entrar na linha do “Lean out”1?
António Henriques, CEO do Bison Bank, reconhece que, apesar de conhecer muitos países, Portugal ganha sempre como destino de férias. Considera importante desligar por alguns dias, até porque, assegura, "muitas das melhores ideias surgem precisamente quando deixamos de procurar soluções de forma intensiva". Na segunda metade do ano, revela, vai estar atento à convergência entre inteligência artificial, ativos digitais e serviços financeiros.
A designação é aplicada quando se protege excessivamente os trabalhadores, uma prática que pode pôr em causa a autoconfiança e o crescimento profissional. Afeta sobretudo as lideranças femininas.
Há semanas na vida e na carreira de uma pessoa que são extraordinárias, marcadas por um sucesso empresarial ou uma vitória específica. E depois há outras semanas que surgem de forma inesperada, por vezes indesejada ou até temida.
Porque é que o teu "Jogo Interior" determina a tua Série A, a tua cultura e a tua saída. O modelo tradicional de liderança baseia-se em métricas externas: taxas de crescimento, receitas e velocidade de execução.
Há equipas que ganham jogos. Há equipas que ganham respeito. Cabo Verde não ganhou e, no entanto, apurou-se na fase de grupos. E conseguiu muito mais que respeito: saiu do mundial 2026 como o exemplo de liderança.
“O mais importante da mudança é sabermos o que não devemos mudar”, dizia sempre o saudoso Prof. Luis Calleja. Parece-me uma coisa muito estranha, mas atualmente tudo é possível.
Criar uma empresa implica lidar com decisões difíceis, pressão financeira, incerteza e uma sensação constante de urgência. Mas o stress não tem de levar ao burnout. Fundadores e líderes defendem que foco, disciplina, mentoria e propósito são fundamentais para enfrentar os primeiros tempos de uma start-up.
A empresa foi reconhecida pelo seu trabalho nas áreas de Executive Search e Leadership Advisory, reforçando o seu posicionamento como parceira estratégica das empresas em processos de liderança, talento e transformação organizacional.
O Instituto Português de Corporate Governance anunciou Ana Serzedelo como nova diretora-geral, reforçando a sua estrutura executiva numa fase de consolidação.
A relação entre CEO e conselhos de administração exige clareza, confiança e foco. Num artigo publicado na Forbes, Harry Kraemer, professor na Kellogg School of Management, partilha quatro práticas para tornar essa interação mais eficaz.
A capacidade de combinar tecnologia, pessoas e adaptação será decisiva para responder a um ritmo de mudança sem precedentes, defenderam líderes empresariais no Change Summit 2026, que decorreu em Lisboa.
















