A saúde mental nas organizações, os desafios da liderança, o custo da indecisão e o papel do trabalho na construção de identidade e propósito estão entre os temas da edição de 2026 da Conferência Contra Tendências, que se realiza a 15 de outubro, na NOVA SBE.
Há momentos em que a liderança se revela menos nas decisões que correm bem e mais na forma como se reage quando alguma coisa corre mal. A recente polémica em torno da digitalização e correção dos exames nacionais é um desses momentos.
Comunicar uma reestruturação, um corte no orçamento ou o incumprimento de uma meta nunca é simples. Mas a forma como a mensagem é transmitida pode fazer a diferença na relação entre líderes e equipas.
Durante anos ouvimos que Portugal estava a convergir com a Europa. O PIB crescia, o desemprego diminuía, as exportações batiam recordes e a economia parecia caminhar na direcção certa. Nada disto era falso. Mas talvez não fosse toda a verdade.
Durante décadas acreditámos que a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres era um caminho praticamente consolidado. As mulheres conquistaram espaço nas universidades, entraram em setores tradicionalmente masculinos, assumiram cargos de liderança e demonstraram, todos os dias, que competência, mérito e capacidade de decisão não têm género. Mas estaremos, afinal, a assistir ao encerramento das portas que julgávamos definitivamente abertas, estamos a entrar na linha do “Lean out”1?
António Henriques, CEO do Bison Bank, reconhece que, apesar de conhecer muitos países, Portugal ganha sempre como destino de férias. Considera importante desligar por alguns dias, até porque, assegura, "muitas das melhores ideias surgem precisamente quando deixamos de procurar soluções de forma intensiva". Na segunda metade do ano, revela, vai estar atento à convergência entre inteligência artificial, ativos digitais e serviços financeiros.
A designação é aplicada quando se protege excessivamente os trabalhadores, uma prática que pode pôr em causa a autoconfiança e o crescimento profissional. Afeta sobretudo as lideranças femininas.
Há semanas na vida e na carreira de uma pessoa que são extraordinárias, marcadas por um sucesso empresarial ou uma vitória específica. E depois há outras semanas que surgem de forma inesperada, por vezes indesejada ou até temida.
Porque é que o teu "Jogo Interior" determina a tua Série A, a tua cultura e a tua saída. O modelo tradicional de liderança baseia-se em métricas externas: taxas de crescimento, receitas e velocidade de execução.
Há equipas que ganham jogos. Há equipas que ganham respeito. Cabo Verde não ganhou e, no entanto, apurou-se na fase de grupos. E conseguiu muito mais que respeito: saiu do mundial 2026 como o exemplo de liderança.
“O mais importante da mudança é sabermos o que não devemos mudar”, dizia sempre o saudoso Prof. Luis Calleja. Parece-me uma coisa muito estranha, mas atualmente tudo é possível.
Criar uma empresa implica lidar com decisões difíceis, pressão financeira, incerteza e uma sensação constante de urgência. Mas o stress não tem de levar ao burnout. Fundadores e líderes defendem que foco, disciplina, mentoria e propósito são fundamentais para enfrentar os primeiros tempos de uma start-up.
















