Quando – como sucedeu no recente Congresso do GRACE “More than Green” – se juntam na mesma sala muitas centenas de quadros de empresas e de outras organizações para debater temas de sustentabilidade, surgem novos sinais de esperança e de confiança no futuro das organizações que operam no nosso País.
As metas de sustentabilidade, que antes eram percecionadas como “nice to have”, tornaram-se agora “obrigatórias” quando as organizações entendem que atingir a sustentabilidade é fundamental para criar valor para o negócio.
Parece suficientemente difundido e consensual que o empreendedorismo e a inovação são forças de criação de valor, cruciais para o mundo dos negócios e para a sociedade em geral.
No último dia de julho, quando tantos de nós se preparavam para ir (ou já estavam!) de férias, eis que a Comissão Europeia aprovou a versão final dos tão esperados ESRS (European Sustainability Reporting Standards).
A sustentabilidade instalou-se definitivamente na agenda da liderança corporativa. Esta é uma dimensão compreendida como uma das forças-motrizes da transformação empresarial atual, e são cada vez mais as organizações a assumir compromissos públicos para cumprir metas relacionadas com este tema.
As contratações e compensações para funções com especialização em ESG na indústria financeira aumentaram, constatou estudo da start-up norte-americana Revelio Labs.
A nova ferramenta, desenvolvida pelo BCSD Portugal em parceria com a C-MORE, faz perguntas e no final traça um plano de ação para a sua empresa.
O evento terá lugar na próxima sexta-feira, dia 3 de março, e conta com especialistas do GRACE, VdA, UN Global Compact, Critical Software e Crowe.
Embora o framework ESG (Environmental, Social and Governance) tenha três dimensões, são geralmente as do “E” e do “S” que recebem mais atenção por parte das empresas, sendo raros os relatórios de sustentabilidade que contêm informação relevante sobre a forma como o modelo de Governance da empresa contribui (ou não) para a sustentabilidade da mesma.
O "The 2022 M&A Report" conclui que o número global de transações relacionadas com questões ambientais, sociais e de governance (ESG) aumentou em 2021.
Foi no dia 30 de junho (o último da presidência francesa!) que foi finalmente conhecido o tão esperado texto final da Diretiva que vai mudar, de forma inexorável, o reporte de informação sobre sustentabilidade na Europa, incluindo para as empresas não europeias que obtenham um expressivo volume de negócios neste Continente.
O relatório “Directors Can Up Their Game on Environmental, Social and Governance Issues: The BCG-INSEAD Board ESG Pulse Check” mostra que os responsáveis revelam grande ceticismo sobre a capacidade de cumprir as ambições de ESG.















