Há um momento em que o barulho das reuniões, das ideias, das urgências e das opiniões se cala. E ficas tu, diante das tuas próprias decisões. É o instante em que percebes que, por mais que partilhes, delegues ou oiças, há sempre uma parte da liderança que ninguém pode viver por ti.
Poucas empresas têm um modelo de gestão do conhecimento robusto, capaz de assegurar a transferência de know-how entre gerações. A pressão do dia a dia, o foco no resultado imediato e as equipas muitas vezes “à pele”, empurram este tema para segundo ou terceiro plano. Só quando alguém sénior, com profundo conhecimento da empresa, das pessoas e dos negócios sai, é que se percebe a sua verdadeira criticidade.
Se há algo que a experiência me ensinou ao longo dos anos é que ninguém evolui isolado. As organizações, tal como as pessoas, crescem mais e melhor quando olham à sua volta, observam, questionam e, sobretudo, quando têm a coragem de aprender com outros.
O novo programa da Cegoc alia energia, aprendizagem e certificado de formação, posicionando o Team Building como uma ferramenta estratégica para a cultura, competências e futuro das organizações.
O investidor não é teu amigo. Ele não está aqui para te salvar, nem para acreditar em ti quando nem tu acreditas. Quer retorno, quer multiplicar capital, quer apostar em cavalos que correm rápido.
Para promover uma transformação digital centrada nas pessoas, responder às necessidades do mercado e aos desafios atuais, a Experis identifica algumas estratégias que as empresas podem adotar.
Nos últimos anos, o debate sobre a importância de diminuir o gender gap nas organizações, especialmente em cargos de liderança, tem ganho destaque. Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, as mulheres continuam sub-representadas em posições de liderança, tanto no setor privado quanto no público.
Há pouco tempo, num projeto em que estou envolvido, sugeri contratarmos uma performance coach para trabalhar a dinâmica do work-life balance. A reação da equipa foi imediata: entusiasmo, curiosidade e, acima de tudo, vontade de ter alguém com quem pudessem falar e que os ajudasse a lidar com os desafios do dia a dia.
Todos sabemos que a principal função de um líder é tomar decisões. Não se escolhem líderes nem gestores que não sejam capazes de decidir, ou não se deveriam escolher.
Entrevista/ “Liderar não é apenas gerir números, é compreender pessoas, culturas e necessidades distintas”
“Liderar 10 países na indústria de Customer Experience significa estar exposta a diferentes formas de pensar, resolver problemas e inovar, transformando cada desafio numa oportunidade de crescimento pessoal e profissional”, afirma Benedita Miranda, que é responsável por gerir mais de 12 mil funcionários da Foundever na região da Europa e África.
A Forbes reuniu estudos e previsões de líderes e pensadores para apontar os caminhos que as empresas e os profissionais devem seguir neste novo ano. Conheça-os neste artigo.
Há momentos na história da humanidade verdadeiramente transformadores. Vivemos um desses momentos com a inteligência artificial. Assim como os computadores, os telemóveis e a internet transformaram tudo. Como trabalhamos, estudamos, interagimos socialmente e vivemos o dia a dia, agora chegou a vez da inteligência artificial voltar a baralhar e mudar tudo.

















