A suíça dsm-firmenich está a desenvolver uma fragância para facilitar a vida às pessoas afetadas pelas picadas de mosquitos. A investigação está a ser apoiada pela Fundação Bill Gates.
Uma empresa romena está interessada em parceiros estrangeiros que possam fornecer dispositivos para testes pré-clínicos e ensaios clínicos para o seu modelo experimental.
As dificuldades em descobrir talento no mercado tecnológico não são uma novidade para ninguém. Mas quais as estratégias que as empresas devem adotar para contrariar esta tendência. A Experis responde.
Tecnológica francesa desenvolveu ferramentas para aumentar a eficácia da resposta a emergências e para a deteção precoce de incêndios florestais com o auxílio de inteligência artificial. Procura parceiros para firmar acordos comerciais.
“Abre os teus braços à mudança, mas não abras mão dos teus valores"-Dalai Lama. Esta frase poderia resumir toda esta reflexão. Fala de evolução e crescimento, sem nos perdermos de quem somos. Fala de abraçar o desconhecido e inovação, sem abrir mão dos nossos valores mais profundos.
Para produzir um jogo de tabuleiro pedagógico sobre nutrição, a empresa da Grécia está interessada num parceiro que assegure essa vertente do negócio.
Não estás na empresa para fazer amigos! Não tragas o trabalho para casa! Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque!
Estudo brasileiro revela setores que registam maior engagement com a sua comunicação interna, com as ONG a liderarem o ranking.
Responsável pela criação de uma aplicação sobre estilo de vida, direcionada para o utilizador, a empresa austríaca quer um parceiro para implementar a plataforma. A aplicação é apoiada por inteligência artificial.
Sabia que o Google registou o record de interesse nos termos de pesquisa “toxic work environment” e “toxic boss” em 2022, mais do que alguma vez desde 2004?
É bem conhecido no campo da gestão e não só, que é maior o investimento para angariar um novo cliente do que manter os atuais. No entanto, muitos gestores e líderes parecem esquecer-se deste princípio.
Os defensores do Estado interventor costumam argumentar que a propriedade das empresas e a natureza da nomeação da sua gestão não determinam a maior ou menor eficiência na gestão dos recursos.

















