Quando se fala de crescimento, estratégia ou performance, a tendência é olhar para planos, objetivos e indicadores. No entanto, há um fator muito mais determinante e frequentemente subestimado que define a velocidade a que uma empresa avança: a sua cultura.
Empresa portuguesa especializada em tecnologias de reabilitação procura um fabricante de estruturas metálicas para tubos dobrados e soldados, que serão incorporados na montagem de um novo aparelho de fisioterapia.
O novo escritório da Furiosa AI vai concentrar as operações comerciais e de suporte técnico para toda a Europa, bem como a área de investigação e desenvolvimento (I&D) em compiladores e desenho de chips e PCBs.
Durante muitos anos, os empresários habituaram-se a pensar o mundo como um espaço relativamente previsível. A geopolítica existia, claro, mas parecia acontecer num plano distante da gestão quotidiana das empresas.
Portugal é o primeiro país da União Europeia a disponibilizar uma ferramenta desta natureza. A medida é lançada esta segunda-feira no Palácio da Bolsa, no Porto.
A empresa fornece uma plataforma digital de avaliação e aprendizagem da língua inglesa, baseada em IA, para alunos multilíngues. Pretende colaborar com distribuidores ou revendedores de EdTech, escolas ou faculdades.
Como clarificar papéis entre herdeiros evita guerras silenciosas e protege o valor da empresa familiar. O jantar começara bem. Três irmãos, os pais, dois netos a correr entre a cozinha e a sala. À sobremesa, o pai arrisca: “Temos de falar da empresa.”
Baseada em inteligência artificial, a plataforma alemã permite um ecossistema completo para devoluções de produtos online. Transforma devoluções deficitárias em ativos lucrativos e procura parceiros na UE.
Aplicar à gestão o conceito de "só olho aos fins e não olho aos meios" significa adotar uma abordagem focada exclusivamente nos resultados, sem dar a devida atenção aos processos, métodos ou valores utilizados para alcançá-los. Foi esta a resposta que o ChatGPT deu à minha pergunta.
A empresa já atua em Portugal, mas quer expandir a sua presença criando uma rede agentes comerciais no setor do grande retalho e de lojas especializadas.
A empresa está disponível para estabelecer parcerias de longo prazo com distribuidores, revendedores e integradores de sistemas na Europa. Com presença em mais de 50 países, oferece produtos para mercados de consumo, industrial e gaming.
Entrevista/ Da engenharia para a cozinha: como Raquel Lima encontrou a sua veia criativa no chocolate
Depois de mais de uma década como engenheira florestal, Raquel Lima trocou a carreira técnica pela paixão de sempre: o chocolate. O que começou como um hobby transformou-se num projeto premiado que já soma 26 distinções e que leva, a partir de Vila Nova de Gaia, pedaços de chocolate artesanal a todo o país.

















