O estudo divulgado ontem pela Boston Consulting Group, Google e Nova SBE sobre a maturidade digital do tecido empresarial português mostra a relação entre maturidade digital, produtividade e o nível salarial médio das empresas.
Os utilizadores criaram, em média, 15 novas contas durante a pandemia, com a maioria a reutilizar as palavras-passe, segundo um novo estudo da IBM que alerta para os riscos de cibersegurança.
Um ano depois de ser lançada, a sheerMe acaba de disponibilizar uma nova ferramenta que permite pagamentos digitais. A partir de agora, além de poder pesquisar e marcar serviços de beleza, a plataforma facilita também o pagamento desses mesmos serviços.
Recentemente, ouvi duas frases ditas por líderes empresariais e uma terceira referida por um comentador económico, sobre a transformação e estratégia digital, que confirma algumas menos boas perspetivas quanto à capacidade do tecido empresarial português criar as condições adequadas para ser competitivo no futuro próximo.
A maturidade digital e tecnológica das nossas empresas afigura-se à partida positiva, embora com bastante espaço para melhorar, nomeadamente na criação de sites com capacidade para fazer compras ou reservas online, na utilização da internet móvel e da internet no local de trabalho, como manifestação descentralizada e quotidiana da maturidade digital das empresas.
Comecei a trabalhar no século passado, em 1998. Eu ainda sou do tempo em que não tinha email profissional nem internet no local de trabalho, nem telemóvel da empresa. Utilizava o fax. Recordo o pager (ou bipe), apenas de algumas conversas com amigos, não enquanto utilizadora.
Estado, empresas, organizações e pessoas terão de acelerar a adoção de ferramentas tecnológicas e apostar numa profunda transformação. Esta foi uma das conclusões do primeiro dia da 30ª edição do Digital Business Congress, da APDC.
"Somos designers de experiências", afirma o Chief Operating Officer do Wygroup em entrevista ao Link To Leaders. João Santos, que iniciou funções em janeiro deste ano, traça o perfil do grupo, fala dos desafios causados pela pandemia, do equilíbrio entre tecnologia e pessoas e dos projetos que estão a preparar.
Esta é uma história baseada em factos verídicos, mas que se passa debaixo do mar: o Mar Domina Mercado. Este era um mar onde toda a fauna marinha consumia produtos e serviços, o chamado plancton, de acordo com o que os tubarões definiam.
Cada vez mais a transição digital é um fator de sucesso para as empresas, que podem usar a tecnologia a favor dos objetivos de negócios. Ficam algumas dicas da Páginas Amarelas.
“Se a algoritmização continuar de vento em popa, então estamos numa situação muito complicada e teremos de nos questionar: de onde vem o talento de liderança? A partir de uma certa altura virá só do staff. Deixaremos de ter pessoas que percebem do negócio e passaremos a ter pessoas que só entendem de marketing, finanças... ”, referiu João Vieira da Cunha, diretor de Investigação da IÉSEG School of Management, em França, em entrevista ao Link To Leaders.
O ano de 2020 foi determinante para alguns setores, nomeadamente, para aqueles cujas atividades estão relacionadas com os bens essenciais. No caso do setor do retalho alimentar, a pandemia levou aos desafios do aumento da procura, assim como da imprescindível disponibilidade de produtos e uma complexa gestão da logística sobre como manter a produtividade operacional das equipas.
















