Vivemos na era da informação, onde a vida é em écrans e a imagem oculta a verdade. Inevitavelmente surgiria uma conjuntura exclusivamente determinada pelos níveis de audiência.
Aprender a negociar com amigos, colegas ou clientes é o desafio do livro de Leigh Thompson, a académica norte-americana para quem a vida é uma negociação.
Com itinerários entre 90 e quase 200 dias, estes cruzeiros permitem visitar vários continentes e destinos de sonho como o Canal do Panamá ou a Grande Muralha da China.
São várias as discussões recentes sobre smart contracts, blockchain, tecnologia de registo distribuído (DLT), decentralized autonomous organizations (DAO), criptomoedas, tokens, non-fungible tokens (NFT) e outros termos conexos.
Nos bastidores da saúde digital, um novo elenco de protagonistas emergiu com força: as Big Techs. Empresas como OpenAI, Anthropic, Google e Amazon deixaram claro que não querem ficar de fora do “El Dorado” da tecnologia em saúde.
A tensão no estreito de Ormuz traz novamente ao mundo uma verdade antiga: basta um estrangulamento na energia para toda a economia tremer.
Um bloqueio estrutural e crónico ao crescimento das empresas portuguesas. Trago para o debate o capital das empresas e, em particular, o papel do mercado de capitais.
Há uma empresa algures no interior de Portugal. Fundador com 67 anos. Sem filhos na empresa. EBITDA sólido, carteira de clientes estável, margem acima da média setorial. Toda a gente no setor sabia que o senhor queria sair. O processo nunca chegou a acontecer.
Este livro de Keith Ferrazzi e Paul Hill mostra como construir equipas que funcionam de dentro para fora. Da liderança à colaboração em dez passos.
Entre serras, costa atlântica e trilhos com vista para o mar, estas são algumas das melhores apostas para escapadinhas de primavera.
Muitas empresas familiares não precisam de mais estrutura; precisam da estrutura certa para decidir melhor - antes que a pressão as obrigue.
O último ano foi marcado pelo crescimento de uma nova forma de tirarmos partidos do que a Inteligência Artificial nos pode dar, fruto de avanços muito significativos ao nível da autonomia dos agentes e ao aumento exponencial da percepçao que estes têm do ambiente em que estão inseridos.

















