Nesta fase em que me preparo para uma nova mudança de país no Médio Oriente, apetece-me escrever sobre viagens. Não apenas sobre deslocações físicas, mas sobre o que verdadeiramente significam: atravessar fronteiras, conhecer o desconhecido e, sobretudo, aprender com a diferença.
O futuro do trabalho está no centro do debate da Gestão, a nível global. Se as competências-chave destes novos tempos (soft-skills, digitais e outras) e as novas culturas desejadas (foco na agilidade e na colaboração) ocupam uma boa parte destas discussões, existe outra importante questão, que tem passado mais discreta em fóruns empresariais: o design das organizações e respectivas “estruturas” do futuro.
Falas de propósito como quem fala de fé. Dizes que queres uma equipa alinhada, inspirada, comprometida. Mas, diz-me: quando foi a última vez que explicaste o porquê de fazeres o que fazes? Ligaste o propósito da empresa/organização ao sentido do trabalho de cada pessoa? Antes disso: sabes o que é o propósito da empresa/organização? Ou será que também tu já transformaste o propósito num slide fluffy que ninguém lê?
Uma reflexão de Adolfo Mesquita Nunes sobre a forma como a inteligência artificial está a transformar as democracias ocidentais e a incentivar extremismos e populismos.
Em 2026, as viagens de luxo vão voltar a dar que falar com a reabertura de ícones históricos e com a chegada de novos hotéis. Segundo o Forbes Travel Guide, estes são alguns dos 23 hotéis e resorts que vão marcar as viagens do próximo ano.
Vamos esclarecer uma coisa: as Relações Públicas (RP) nunca estiveram mortas. Mas estão a viver um verdadeiro momento de renascimento — e desta vez, impulsionadas pela inteligência artificial, pela relevância nas pesquisas e por uma descoberta exponencial.
Portugal tem-se habituado a confundir transformação com digitalização e é precisamente essa confusão que explica o marasmo em que ainda se encontra boa parte da Administração Pública.
Satisfazer uma necessidade é o ponto de partida de toda a economia, mas também o reflexo das condições sociais de um povo. O que distingue necessidade de procura é o que cada um, segundo a sua capacidade financeira pode, de facto, transformar em ato de consumo.
E se o verdadeiro problema nas organizações não for a pressão, mas a ausência de estrutura, cultura e coragem para lidar com ela?
Em Portugal existem excelentes empresas de organizadores de eventos, com capacidade para criar eventos espetaculares e memoráveis em que o protocolo sendo invisível é o ingrediente secreto que contribui para o seu sucesso.
Para Massimo Forte, comprar casa não é impossível. Impossível é comprar sem conhecer os passos certos para lá chegar. Por isso, neste livro revela os "10 passos para teres o teu imóvel".
Distinguido nos World Travel Awards 2025, o InterContinental Lisbon foi reconhecido como o “Melhor Hotel de Conferências em Portugal”, pela excelência em hospitalidade, inovação e serviço.

















