A Inteligência Artificial (IA) está a reconfigurar profundamente o papel do líder de topo. Se antes o foco de responsabilidade da liderança executiva se centrava na orientação estratégica e na gestão da organização num ambiente de relativa estabilidade, a IA muda o paradigma com a avalanche de informação, a automatização de decisões e mudanças tecnológicas exponenciais.
A discussão em torno do anteprojeto de revisão do Código do Trabalho tem gerado reações imediatas e, por vezes, desproporcionadas. Surgem afirmações dramáticas, declarações inflamadas e slogans fáceis, sempre com o mesmo tom alarmista: "é um retrocesso nos direitos dos trabalhadores".
Hoje, enquanto me preparava para escrever este artigo, o meu cérebro parecia não colaborar e deparei-me com o dilema da folha em branco. Ainda me ocorreu que "com a prompt certa poderia pedir ajuda ao ChatGPT e deixar que a magia acontecesse".
A revolução já começou — e poucos parecem verdadeiramente preparados para ela. A Inteligência Artificial (IA) não é apenas mais uma tecnologia emergente: é a força que está a reescrever, em tempo real, as regras do marketing contemporâneo.
Vivemos num mundo cada vez mais dominado pela imposição de uma monocultura em que a tolerância e o respeito têm-se esgotado em si mesmos. Queremos que todas e todos sejam iguais e se subjuguem às forças políticas e religiosas de cada Nação, não existindo respeito pelas liberdades individuais.
Quando mudar de planos é o melhor plano de todos é o lema do autor deste livro que conta a história de um homem que começou a sua vida profissional como estafeta e que, passo a passo, chegou a chairman da empresa que fundou.
O 1904 Benfica Hotel, localizado na Rua Jardim do Regedor, em Lisboa, terá 56 quartos e a inauguração oficial está marcada janeiro de 2026. No entanto, irá abrir em regime de soft opening ainda este ano, nas primeiras semanas de dezembro.
Num ecossistema onde a palavra “mentor” é usada com tanta frequência quanto “inteligência artificial”, a questão impõe-se: quem são realmente os mentores que acrescentam valor às start-ups de Saúde Digital e Medtech? E mais importante: quantos deles já colocaram uma solução médica no mercado, com validação científica, aprovação ética e tração clínica real?
Vivemos numa era em que a única constante é a mudança. As organizações enfrentam um ambiente cada vez mais volátil, onde crises económicas, avanços tecnológicos, tensões geopolíticas e novas expectativas sociais coexistem e se influenciam mutuamente.
Vivemos mergulhados numa ilusão persistente: a ideia de que a consciência nasce do cérebro como a chama da vela. A ciência contemporânea, limitada pelos próprios instrumentos que cria, proclama que a mente é apenas resultado de descargas eléctricas e reacções químicas, um epifenómeno da carne.
A questão da personalização do trabalho, baseada na ideia de que “o trabalho não é mais um lugar aonde se vai, e sim algo que se faz” (1), tem historicamente raízes que remontam às primeiras décadas do século XX e, atualmente, tem um grande reforço e generalização com os modelos de competências, como ilustra uma famosa expressão de Philippe Zarifian, quando propõe que “as competências fazem retornar o sentido do trabalho ao trabalhador” (2).
Num mundo louco em constante mudança, o que distingue as empresas que crescem das que apenas resistem não é a sorte: é a capacidade de ler os sinais do futuro e agir com intenção no presente.

















